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Resenha: Legend [Marie Lu]

3 dez

Quando a gente se vicia em um gênero literário, não adianta: são livros e mais livros dentro do gênero, muito tempo de pesquisa sobre resenhas e artigos do gênero e, principalmente, análise dos comentários em fanpages de títulos famosos do gênero.

E foi em uma página de série distópica que eu ouvi as pessoas comentando sobre mais um livro que chegava para seguir o sucesso de Jogos Vorazes de Suzanne Collins e Divergente de Veronica Roth.

Conheça um pouco mais sobre Legend, primeiro livro da trilogia de Marie Lu.

Legend_Marie_Lu_Book_coverFicha Técnica

Título – Legend
Autora – Marie Lu
Ano – 2012
Editora – Prumo
Páginas – 256
Gênero – Ficção Científica, Distopia

 

Sinopse

Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C, na atual República da América conta a história de um rapaz que é o criminoso mais procurado do país e de uma jovem que é a pupila mais promissora da República, cujos caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois desvendarão se tornará uma lenda.

 

Minha opinião

A história é narrada em ponto de vista alternado entre June Iparis e Daniel “Day” Wing e isso, logo de cara, dá um dinamismo inesperado, mas essencial à história.
O cenário futurístico descrito é tão bem construído que torna-se impossível não se imaginar nas metrópoles que antes eram o Estados Unidos da América e hoje está dividido entre República da América e Colônias da América – sendo que esta última ainda não é muito destacada no primeiro livro da saga.
Acompanhamos o conflito de interesses sentimentais, emocionais e familiares de June e Day até que os caminhos dos dois se cruzam e esses interesses entram em conflito com os interesses políticos e militares.
O tempo todo, principalmente June que é tão bem vista pelo governo da República, é confrontada com seus deveres e seus instintos.
E é incrível ler tudo o que June é capaz de fazer mesmo em seus poucos 15 anos de idade. E se é incrível com ela, as coisas que Day faz são de tirar o fôlego!
Toda a cena de ação me deixou arrepiada e necessitada por mais e mais até que… fim. Acabou o livro.
A trama é bem construída sim, tem uma linha cronológica excelente e uma descrição com linguagem apropriada para a linguagem do público alvo (os chamados Young Adults). E, honestamente, não sei se foi uma estratégia de deixar o público com sede pelo segundo livro da trilogia, ou se foi impensado, mas ficaram muitas lacunas abertas na história que eu realmente espero que sejam preenchidas nos dois livros restantes. Afinal, misturar o lado familiar, amoroso e político na vida de dois adolescentes deveria levantar muitas dúvidas, certo? Até há bastante confronto entre June e Day, afinal ela o caça a princípio acreditando que ele matou Metias, irmão de June. Mas quando eles começam a cavar fundo na história, descobrem coisas imersas numa trama política que os aproxima como aliados, os tornando parceiros e fazendo despertar uma química inesperada que te prende e tira o fôlego, apesar das perguntas não respondidas levantadas ao longo de todo esse caminho.
Mas, é inegável que Legend é um título que vem com força no mercado literário e que promete agradar ao público que se viciou nas sagas já consagradas do gênero distópico como Jogos Vorazes e Divergente.
Isso porque tem todos os elementos para o sucesso: uma protagonista feminina forte (que, na minha opinião não considero protagonista já que eu acredito que o foco da história esteja mais centralizado na influência de Day como um criminoso da República), um mocinho cativante e guerreiro com fibra de lutador e revolucionário, um ambiente futurístico pós catástrofe natural, um governo com regime militarizado totalitário, opressor e alienador. Além, claro, das críticas sociais e políticas inerentes ao gênero de distopias e que tanto me agradou.
Portanto, Legend foi um dos achados da minha lista de leitura de 2013 e que eu super recomendo por sua narrativa dinâmica, tema envolvente e linguagem jovial (adoro os palavrões que a autora coloca na boca dos personagens de vez em quando nos momentos mais inesperados da história!).

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Resenha: Allegiant [Veronica Roth]

1 dez

Terminei neste sábado, depois de demorar taaaanto para ler, o último livro da trilogia Divergente: Allegiant (Aliança, Editora Rocco, lançamento em português em março de 2014).

O livro que, apesar de ter vazado na semana do lançamento nos EUA, vendeu mais de meio milhão de cópias apenas no primeiro dia de vendas. Tentei comprar o box na Black Friday, mas o lote esgotou antes da meia noite… Mas, o importante é que trouxe para vocês a resenha de Allegiant, a versão digital que vazou por aí.

Se você ainda não conhece a trilogia, leia as resenhas de Divergente e Insurgente!

allegiant-coverFicha Técnica:
Título – Allegiant
Autora – Veronica Roth
Editora – Harper Collins Publishers (Edição Brasileira: Rocco)
Páginas (Livro Físico): 544
Páginas (Versão Digital): 1080
Ano: 2013
Gênero: Literatura Estrangeira, Ação, Drama, Distopia
Idioma: Inglês
Sinopse:

A sociedade baseada em facções que Tris Prior acreditava está quebrada – fraturada por violência e lutas pelo poder e marcada pela perda e traição. Então, quando é oferecida a oportunidade de explorar o mundo além dos limites que ela conhece , Tris está pronta. Talvez além da cerca , ela e Tobias vão encontrar uma nova vida simples juntos, livre de mentiras complicadas, lealdades emaranhadas e memórias dolorosas.
Mas a nova realidade de Tris é ainda mais alarmante do que aquela que ela deixou para trás. Descobertas antigas são rapidamente esvaziadas de conteúdo. Novas verdades explosivas vão mudar os corações daqueles que ela ama. E mais uma vez, Tris deve lutar para compreender as complexidades da natureza humana – e de si mesma – , enquanto enfrenta escolhas impossíveis sobre coragem, lealdade, sacrifício e amor.
Contada a partir de uma dupla perspectiva fascinante, Allegiant , por Veronica Roth autora número 1 de best-seller do New York Times, conduz a série Divergente a uma poderosa conclusão ao revelar os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores em Divergente e Insurgente .

 

Minha Opinião:

Como a maioria dos fãs que aguardavam ansiosos pelo desfecho da trilogia, acabei descobrindo o que aconteceria no final quando os spoillers correram as redes sociais junto com os links para download da versão digital em inglês do livro.
Porém, mesmo já conhecendo o desfecho, a escrita de Veronica Roth me conduziu a uma série de emoções que me pegaram de surpresa porque a maneira como os fatos acontecem no livro são, verdadeiramente, surpreendentes. Mesmo depois dos spoillers!
Neste último livro, a narração varia entre Tris e Tobias (Quatro) enquanto eles se aventuram além dos limites da cidade e mergulham na verdade na qual suas vidas nas facções foi alicerçada. Uma verdade repleta de mentiras.
No meio disso tudo, há perdas que os dois têm que aprender a suportar e isso, muitas vezes abala o relacionamento que eles construíram. E é muito interessante de ver a evolução dos dois nessa área, o quanto eles vão batendo de frente um com o outro até que o relacionamento deles evolua e alcance a maturidade que os fortalece. É lindo de ler!!!
E, é claro, nessa trama toda há interesses políticos dentro e fora da cidade, em um âmbito que parece fora do controle de Tris e Tobias. E se há uma palavra que pode definir esse terceiro livro, seria “recomeço”.
Isso porque a trama e mistério que envolve a fundação do sistema de facções tem a ver com recomeço. As motivações dos líderes do Bureau (local onde antes era um aeroporto e agora serve de instalações para monitoramento de tudo o que acontece  em Chicago), são inspiradas no recomeço.
E, principalmente, tudo ao redor de Tris acontece em busca de recomeços. Recomeço de relações quebradas, de amizades perdidas, recomeço em busca de perdão e em busca do auto-conhecimento.
Mas se você que está lendo esse post e já leu por aí o que acontece no final e está pensando: “Mas sem ler eu já sei que vou odiar o final!”, pelo menos insista na leitura. Allegiant é um livro que, mesmo com seus fatos que atiçam nossas emoções e nos faz sofrer junto com os personagens, me mostrou o que é o verdadeiro altruísmo e o quanto é necessário sabermos quem somos e a quem pertencemos.
Ou seja, tudo o que acontece no final é doloroso, é sofrido e emocionante, mas é compreensível para a história num todo. Eu acredito até que é um final muito mais compreensível do que de outras distopias como Jogos Vorazes, por exemplo. (Sentiu a cutucada aí, tia Suzzie Collins? Porque é pra sentir mesmo! Rum!!! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrrs).
Além de tudo, é admirável o crescimento de personagens como Christina, Quatro e até mesmo Caleb. Só não gostei muito do desfecho dado ao personagem Peter, porque é muito utópico alguém poder ter a liberdade de fazer tudo o de ruim no mundo e depois apagar a própria memória com um soro, recebendo uma nova chance, enquanto tantos outros personagens que fizeram muito pela história tiveram um final triste e até doloroso.
Mas, analisando a obra num todo, eu achei um desfecho incrível para essa saga que conquistou o mundo de jovens leitores. Se há um livro que ensina o que é lealdade, amor, perdão e altruísmo, esse livro é Allegiant, de Veronica Roth. Porque, como Tris mesma disse, não é uma palavra ou um grupo que te define, mas são suas escolhas!

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Da série Inutilidades Públicas: Por que esperar por “Paranoia”?

7 ago

Estava eu, organizando o calendário de postagens do CP, escrevendo algumas resenhas, pesquisando outras, navegando no Tumblr, quando então… Pá! Bati de frente com um monte de notícias sobre “Paranoia”, filme sob a direção de Robert Luketic. Isso porque uma das estrelas do filme, Liam Hemsworth, foi notícia na semana ao promover o longa no sinal de encerramento da Nasdaq em Nova York.

E então, apesar de ter 23 resenhas pendentes para postagem aqui no blog, resolvi fazer esse guia com 5 motivos para esperarmos pela estreia de Paranoia:

MOTIVO 1: Enredo bem construído

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Basta ler a sinopse para perceber que a trama, apesar de parecer clichê em filmes de suspense e ação de hollywood, é bem atual e arquitetada em cima de disputas comerciais e corporativas.
Leia a sinopse a seguir:

Adam Cassidy (Liam Hemsworth) é um ambicioso funcionário junior que não vê a hora de subir de posição dentro da empresa em que trabalha, a gigantesca Wyatt Corporation. Entretanto, após cometer um erro que custou bastante caro à empresa, Adam entra na lista negra de Nicholas Wyatt (Gary Oldman), o CEO da corporação. Para compensar o problema causado, Nicholas chantageia Adam de forma que ele seja empregado na maior concorrente da empresa, comandada por Jock Hoddard (Harrison Ford), o antigo mentor de Wyatt. A tarefa de Adam é que ele seja um espião dentro da empresa de Hoddard, passando a Wyatt todas as informações internas que julgue interessantes. Sem saída, Adam aceita a tarefa.

MOTIVO 2: Elenco top de linha

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Alguém aqui já ouviu falar em Gary Oldman Sirius Black? E em Harrison Ford Indiana Jones? Os atores que dividiram cena em 1997 no longa “Força Aérea Um”, voltam a se encontrar nesse suspense onde seus personagens são inimigos comerciais. E uma curiosidade: o papel de Nicholas Wyatt foi oferecido primeiro a Kevin Spacey, mas, quando ele recusou foi Gary Oldman quem assumiu a responsabilidade de interpretar o poderoso dono da Wyatt Corporation. #ParaNossaAlegria

MOTIVO 3: Assunto em pauta

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Diante da crise econômica que ainda persiste e abala a balança comercial de diversos países no mundo, esse é o momento mais oportuno para se apostar em um longa metragem com a temática “economia” e “tecnologia”. Posso estar enganada, mas a julgar pela repercussão que o filme já vem ganhando, essa será uma daquelas produções das quais ouviremos falar por muito tempo, já que toda essa coisa de investigação corporativa é atemporal, assim como tecnologia, que é o carro forte das duas empresas concorrentes retratadas no filme.

MOTIVO 4: Passeio gratuito por Nova York

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Se você, assim como eu, sonha em um dia conhecer a Grande Maçã, então deve ser o tipo de pessoa que adora assistir a qualquer coisa que é filmada nessa metrópole! E Paranoia promete boas cenas pelos cenários Novaiorquinos, hein!

MOTIVO 5: Hemsworth… Liam Hemsworth

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O australiano — popularmente conhecido como irmão do Thor (Chris Hemsworth) — vem que vem com tudo em 2013! #Esquenta Além do aclamado blockbuster “The Hunger Games: Catching Fire”, e de “Empire State” (em produção e sem data de estreia no Brasil), o talentoso gostoso ator faz a junção de duas grandes figuras marcantes do cinema em Paranoia: Oldman e Ford. Sua presença parece dar fôlego e jovialidade a essa trama que, como já disse, pode até passar a impressão de ser um clichê de filme explosivo hollywoodiano, mas que tem esses pequenos elementos que caracterizam Paranoia como um longa que tem tudo para estourar em bilheteria.
E, como eu sempre digo e adoro repetir: Essa família Hemsworth é abençoada, hein? Eita, lasquêra! suspira e se abana

(Nem preciso dizer que clicando na imagem dá para vê-la ampliada, né?)

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Alguém aí além de mim está se sentindo meio paranoico por esse filme??????? 😉

Fontes:

Adoro Cinema
Liam Hemsworth BR

Dica: Projeto Cem Toques Cravados [Edson Rossatto e Editora Andross]

2 ago

Há algum tempo recebi um e-mail do escritor e roteirista Edson Rossato com esse projeto que eu achei um máximo e que precisava dividir imediatamente com vocês.

Aí você me pergunta: Se precisava dividir imediatamente, por que demorou tanto para falar sobre isso, Fanie?

Vamos por partes, ok? Vou explicar direitinho o que é o “Cem Toques Cravados”, quem é o Edson Rossato e, então, por que achei interessante dividir isso com vocês!

  • Cem Toques Cravados
100283_w300Título: Cem Toques Cravados – 2ª edição
Autor: Edson Rossatto
Formato: 13,5 cm x 18 cm
272 páginas
Preço: R$ 29,90
Editora Europa (www.europanet.com.br)

Inspirado no trabalho de desenhistas de tiras em quadrinhos e no livro “16 linhas Cravadas”, do Mário Lago, o CTC é um livro que reúne 500 contos literários escritos em até 100 caracteres. Esses nanocontos foram lançados em um livro pela Editora Europa e estão em sua segunda edição. Mas a proposta do CTC não se limita apenas às páginas do livro.
No e-mail que recebi de Edson Rossato ele disponibilizou um aplicativo (widget) para ser adicionado aos blogs literários que quisessem ter esses nanocontos para seus leitores, disseminando assim um gênero literário pouco conhecido, mas que eu considerei de grande importância em tempos de internet movida a 140 caracteres!

Veja a repercussão da obra entre escritores, jornalistas, ilustradores e quadrinistas (clique na imagem para vê-la ampliada):

CTC Edson Rossato Opiniões

  • O autor – Edson Rossato

imagesFormado em Letras, é escritor, editor de livros, roteirista de HQ, palestrante e blogueiro. Publicou os livros “Mansão Klaus e outras histórias”, “Curta-metragem – Antologia de microcontos”, “Cem Toques Cravados” e “Toques Para Mulheres”, além de ter organizado dezenas de antologias literárias. É roteirista da série “História do Brasil em Quadrinhos”, tendo publicado os volumes “Independência” e “Proclamação da República”. Também é roteirista da HQ “Como Ser Bom de Papo e se Enturmar”. É criador e organizador dos eventos culturais HQ em Pauta e Livros em Pauta. Seu conto “Cartas a um irmão” foi adaptado para o cinema. Mantem os blogs toquesparamulheres.com  e cemtoquescravados.com
Contato: edson@andross.com.br
PUBLICAÇÕES:
Mansão Klaus e outras histórias (Andross Editora)
Curta-metragem – Antologia de microcontos  (Andross Editora)
Cem Toques Cravados  (Editora Europa)
Toques Para Mulheres (Giz Editorial)
História do Brasil em Quadrinhos: Independência (Editora Europa)
História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República (Editora Europa)
Como ser Bom de Papo e se Enturmar (Editora Europa)
EVENTOS CRIADOS E ORGANIZADOS:
HQ em Pauta
Livros em Pauta
BLOGS:
toquesparamulheres.com
cemtoquescravados.com

  • O CTC e o Claquete de Papel

CTC e CPblogSe tem uma coisa que eu amo é compartilhar livros! Quem me conhece dos grupos de leitura do Facebook, sabe que quando eu cismo com um gênero ou um livro ou um autor, fico atormentando todos ao meu redor para que leiam também. #SouDessas
Quando li o e-mail e conheci o projeto, na hora pensei: “É óbvio que vou compartilhar a ideia!”
Acho que nosso dia-a-dia fica muito mais interessante com essa pequena dose de literatura por meio desses nanocontos que atiçam nossa imaginação, ao mesmo tempo que intrigam e divertem.
Entretanto, a plataforma WordPress não suporta o código do widget dessa proposta. Enviei um e-mail para o Edson Rossato informando sobre esse problema e perguntando se não haveria outra plataforma de acesso para disponibilizar os Cem Toques Cravados para vocês, leitores do CP, mas ainda não recebi uma resposta.
Mas fica aí a dica para quem tem blog em outras plataformas (adere bem no Blogger), ou para você que, como eu, apenas gosta de usufruir desses pedacinhos de literatura diferenciada na sua rotina corrida!

Para ler os Nanocontos do Cem Toques Cravados, acesse:

Blog CTC | Facebook CTC | Compre o livro aqui

Pechinchas e Compras: Promoção do dia do amigo [Editora Harlequin]

19 jul

Nesse 19 de Julho não comemore o dia do amigo sozinho! E nem pense em dizer que vai passar o dia na companhia de um livro!!!

Calma, eu apenas estou querendo dizer que você não precisa passar na companhia apenas de UM livro quando você na verdade pode dar um livro de presente ao seu melhor amigo. Quer homenagem melhor do que essa àquela pessoinha que te suporta em todos os seus momentos?

Pois a Editora Harlequin pensou nisso e, para comemorar o Dia do Amigo, fez uma promoção ótima:

Na compra de qualquer título da Harlequin, a editora te presenteará com o livro “Na Alegria e Na Tristeza”.

Vai perder essa e ainda por cima, deixar de presentear seu amigo no dia dedicado a ele?????

Então corre lá!

 

Promoção Dia do Amigo Editora Harlequin

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Resenha: Proibida [Velvet]

18 jul

Olá meus amados bookaholics!

Eu participo de um grupo no Facebook que se chama Fuxico Literário. Lá rola debates super legais sobre livros e o pessoal até promove encontros, como o que aconteceu recentemente com os “fuxiqueiros” de Brasília.
O bom disso é que fico conhecendo muitos livros e também a repercussão que essas obras causam nos leitores. O ruim, é que a maioria do grupo é mulher e muitas, muitas mesmo, são viciadas na literatura que segue os padrões de 50 Tons de Cinza (se é que me entendem!).
Não tenho nada contra quem lê, então não critico. Mas também não leio. Não me sinto confortável com essas coisas de tortura e sadomasoquismo.
Mas resolvi arriscar a leitura de algo mais erótico, e acabei escolhendo o primeiro livro da série The Black Door, da autora Velvet. E então, empolgados para ver como foi minha primeira vez? De leitura de literatura erótica, hein!!! =P

Ficha Técnica:

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Autora – Velvet
Editora – Novo Século
Gênero – Romance/Erótico
Ano – 2013
Páginas – 228

 

 

 

 

 

Sinopse:

Entre o importante trabalho como sócia de uma firma de advocacia e o relacionamento com um dos solteiros mais cobiçados de Nova York, Ariel Vaughn parece ter tudo. Mas o sexo com o juiz Preston Hendricks havia esfriado consideravelmente. Por meio de um atraente acompanhante da Black Door ¿ uma boate de elite que satisfaz os desejos carnais de algumas das mulheres mais ricas de Nova York ¿ ela se encanta com um mundo de tentação irrestrita. Dentro da Black Door, máscaras elaboradas escondem as identidades do mundo real e o sexo é mais selvagem do que Ariel jamais conseguiu imaginar. Porém, as coisas fogem do controle e sua vida sexual entra em conflito com a real. Ela vai conseguir abrir mão de prazeres ilimitados? E quando ela descobrir a chocante identidade do homem mascarado, com quem viveu suas noites mais intensas, será capaz se afastar de lá?

Minha Opinião:

A escrita de Velvet (pseudônimo da escritora) é muito envolvente, mesmo que seja sempre em terceira pessoa. Os detalhes são descritos com uma perfeição que não cansa, apenas fascina porque são realmente muito contemplativos. E a trama é realmente intensa.
Temos Ariel Renné Vaughn, que é o retrato da mulher moderna, que tem independência financeira, sucesso na carreira e boas conquistas pessoais, inclusive sentimentais. Mas é o tipo de mulher que tem suas carências devido ao seu passado como órfã, e isso é um dos fatores que desgasta a relação dela com o solteiro mais cobiçado de Nova York, o juiz Preston Hendricks.
Quando ela percebe que a relação que antes considerava tão estável (apesar de não estarem casados) ruindo devido às ambições políticas de Preston, Ariel acaba se sentindo rejeitada, carente e desesperada por atenção.
Mas, como toda boa socialite, Ariel faz de tudo para manter as aparências diante de todos. E é em um dos eventos da alta sociedade nova iorquina que ela se vê confrontada a contratar um garoto de programa que lhe entrega o cartão a chave da porta da esperança da The Black Door.
A Black Door é uma boate cinco estrelas voltada ao público feminino. Lá dentro todas as fantasias sexuais são realizadas em salas temáticas pelos Servidores, garotas e garotos de programa, que trabalham sob o comando do proprietário Trey. Para entrar, é preciso ser indicada e a candidata passa por vários processos, desde exames médicos minuciosos, até entrevista de personalidade. Com isso são criadas máscaras personalizadas com as quais as damas poderão esconder suas reais identidades e desfrutar à vontade de tudo o que a Black Door tem a lhes oferecer.
À princípio, Ariel vai de curiosa, assumindo a máscara de sua melhor amiga, Meri Renick. Ela fica assustada com o que vê dentro da Black Door, como por exemplo, a investida de uma Servidora, que lhe propõe um serviço de qualidade na Sala Rosada (dedicada às fantasias de mulheres com mulheres).
Mas então, quando está indo embora, ela encontra um homem sedutor, jovem, de postura confiante, muito atraente, mas que não se assemelha em nada com os servidores que ela viu ali. Nesse encontro rola uma atração muito forte entre eles, mas não acontece nada, além deles se encostarem suavemente quando têm que desviar para que ele suba a escada por onde Ariel descia.
Depois disso, Ariel promete a si mesma que não vai mais voltar à Black Door, apesar de sua curiosidade em reencontrar o homem que a atraiu tanto, mesmo sob a máscara de couro preta com pedras ônix.
Mas, novamente o juiz Preston a troca por seus compromissos. Quando não é o senador Oglesby prometendo ajudá-lo a entrar para a Suprema Corte, é a jovem e tão prestativa assistente do juiz, Michelle, que desperta o ciúme de Ariel.
E então, depois de um mega barraco provocado pelo ciúme e a carência, Ariel decide voltar à Black Door e é aí que a trama pega fogo. Nem tanto pelos detalhes picantes que eu achei muito exagerados, mas sim porque o homem que a atraiu é o proprietário da Black Door, Trey.
E há muito mais coisas por trás da máscara de Trey do que Ariel esperava e, quando as máscaras finalmente caem, eles se veem presos numa trama que pode acabar com tudo: com a reputação e o relacionamento de Ariel, com a candidatura do juiz Preston ao Supremo e até com a Black Door.
Tudo está muito ligado e essa conexão  é o que me fez querer continuar com a leitura até o final porque não há romantismo na história, só atração e desejo cru que, quando saciado, acaba.
E o final do livro… Bem, não posso dizer que estou decepcionada porque ele nos faz pensar em quanta podridão há por trás da vida de pessoas ilustres e que são destaque na sociedade. Seja na tão badalada Nova York onde se passa a história, ou no cafundó dos Judas. Aonde existir interesses e cobiça, sempre existirá esse lado sujo e obscuro da sociedade.
Não gostei da história em si, mas Proibida nos faz refletir na formação de nossa sociedade e no quanto as pessoas se escondem atrás de máscaras. Velvet colocou isso no sentido físico da palavra máscara, adotando como reforço a função da Black Door: esconder mulheres finas que desejam liberar o pior de suas fantasias. Tudo às escuras. Tudo por trás de máscaras.
E quantas vezes nós não nos enfiamos em Black Doors e assumimos máscaras que não são nossas?
Bem, não tenho um repertório vasto de leituras eróticas e só peguei Proibida para ler mesmo porque vi que tinha essa reflexão por trás do erotismo. Aliás, como eu já disse, toda a parte sexual é muito intensa e detalhada, mas é crua. Depois de saciado o desejo, acabou a paixão. Então o que segura mesmo a história é a trama política e social inclusa.
Para quem gosta desse gênero, acredito que será uma ótima pedida, porque além de poder contar com as cenas quentes, tem essa capa que é linda de ter na coleção da estante! Eu não comprei, mas vi o livro na livraria e toda a parte da máscara da foto é brilhosa, com um relevo… Linda de morrer! Simplesmente feita para atrair os leitores do gênero em todos os sentidos!
Isso sem falar que essa é a primeira obra de uma série completa sobre a boate Black Door. Eu vi o slogan em algum lugar dizendo: “Because black is more sexy than grey” e achei genial! kkkkkkk

Velvet vem com tudo, trabalhando com uma escrita suave e densa ao mesmo tempo, exatamente como o tecido que a define (Velvet em português é Veludo). Confira as capas dos próximos lançamentos da série The Black Door (clique na imagem para ampliar):

Velvet

Resenha: Insurgente [Veronica Roth]

18 jul

Onda, onda, olha a onda… De distopias! #SongJokeFail

Passei meses louca pela continuação de Divergente (resenha aqui), aí quando lançam e eu finalmente consigo a versão digital, ela está cheia de erros. Esse é o relato real de uma leitora desempregada há sete meses e que chora suas agruras no blog! rsrsrsrs

Enfim, uma grande amiga me mandou há pouco mais de um mês uma versão digital melhor do que a dita cuja que eu havia conseguido anteriormente, então pude finalmente ler e entender essa saga que está gerando muito barulho por aí. Uns têm a audácia (quem leu a saga vai entender o trocadilho!) de dizer que se parece com Jogos Vorazes, de Suzanne Collins. Para mim, a única semelhança entre as duas trilogias é apenas o fato de serem distopias, já que o enredo é diferente e a linguagem é diferente. Mas vou detalhar isso depois e deixarei para vocês, leitores do CP tirarem suas conclusões.

Ficha Técnica:

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Autora – Veronica Roth
Editora – Rocco
Gênero – Literatura Juvenil
Ano – 2013
Páginas – 512

 

 

 

 

 

Sinopse:

Mais uma inebriante e emocionante história, repleta de reviravoltas, corações partidos, romance e poderosas revelações sobre a natureza humana. Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas.
Em Insurgente, segundo volume da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama e a própria vida enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Minha Opinião:

Na sequência eu não me decepcionei em nada. Todas as minhas expectativas foram atendidas e até superadas.
Veronica Roth explora em Insurgente a relação de Tris com as pessoas ao seu redor depois de todas as perdas em Divergente. E ela tem que aprender a lidar com essas perdas ao mesmo tempo que tenta se perdoar, já que a culpa pelo o que ela fez ao Will a corrói e assombra, além da culpa de manter isso em segredo de Quatro e Chris por tanto tempo.
Mas, quando ela consegue revelar o que fez, a relação dela com Quatro se abala de novo quando toda a ação que os rodeia acaba os dividindo. Tris não confia nem na mãe, nem no pai de Quatro, mas quando ela acha conveniente trabalhar com Marcus Eaton, isso deixa Quatro completamente irritado. E até certo ponto eu dou razão a ele, porque, mesmo sendo útil para as intenções de Tris, Quatro conhece o lado obscuro do pai como ninguém e mostrou esse lado a ela. O mínimo que ela poderia fazer era pelo menos compreender e não querer bater de frente.
E essa postura tão desafiadora da Tris me irritou profundamente em diversos momentos (curioso isso não, já que essa mesma postura foi tão motivadora no primeiro livro, né?). Isso porque ela começa a cometer idiotices impulsivas que, novamente, afetam o relacionamento dela com Quatro.
Me emocionei muito quando percebi o quanto Quatro ama a Tris e o quanto tudo o que aconteceu e continua acontecendo ao redor dele o deixa frustado com a situação do relacionamento deles. Isso me deixou ainda mais ansiosa para ler os ebooks que Veronica liberará com o ponto de vista dele, assim vou conseguir assimilar melhor esses sentimentos todos dele em Insurgente.
Mas, voltando, também fiquei comovida com alguns momentos de Tris. Como esse:

“Tris”, ele diz com firmeza. Ele nunca me mima. Eu desejo que, só desta vez, ele me mime. “Você tem que fazer. Você tem que sobreviver a isso.”

Senti como se ela estivesse choramingando, um reflexo da menina que ela ainda é apesar de suas atitudes tão maduras.
No meio de toda essa intensidade do relacionamento de Tris e Quatro temos a guerra que está acontecendo sob o comando de Jeanine Mathews, líder da facção Erudição. E é nessa facção onde os protagonistas encontram as respostas que procuravam e se surpreendem com alguns fatos que explicam com mais clareza o cenário político da série, ao mesmo tempo que deixa um gancho para o último livro Allegiant.
E preciso dizer: Veronica me surpreendeu muito! Especialmente com os personagens Caleb (irmão de Tris) e Peter (iniciado do Destemor que tentou matar Tris). Isso me trouxe a reflexão do quanto nos enganamos com a imagem que construímos das pessoas ao nosso redor e do quanto confiança e lealdade são sentimentos frágeis e voláteis. Esses dois personagens tiveram seus motivos para agirem da maneira que agiram, mas trazem em seus atos essa profunda mensagem.
E, no fim, achei que Insurgente trabalhou bastante essa questão das relações humanas, mais até do que as questões políticas que envolvem essa história distópica. Até pelo desfecho, quando eles descobrem a informação que tanto procuravam, percebemos isso já que Tris está muito mais ligada em toda a trama do que ela mesma imaginava, graças às relações familiares que ela tem e, também à sua relação com Quatro, cujo sobrenome tem muita importância entre os Sem Facção.
Quanto ao livro no aspecto físico, eu não consigo avaliar com plenitude, já que só tive acesso à versão digital. Mas eu ainda continuo encantada pela arte gráfica que compõe a capa, com a árvore que simboliza a Facção Amizade, mas quase completamente desfolhada e com os galhos secos. Depois que eu terminei de ler e tive essas reflexões que detalhei anteriormente, compreendi o significado dessa capa e amei, porque realmente expressa o que eu entendi como a essência do livro: as relações humanas e os ramos que as mantém unidas.
Agora, só nos resta esperar. E esperar, esperar, esperar. Estou ansiosíssima para ler Allegiant e os quatro ebooks no ponto de vista de Quatro, mas também não vejo a hora de assistir à adaptação! Isso porque se você amou ver Kate Winslet como mocinha em Titanic, vai pirar vendo ela como vilã na saga Divergente, no papel de Jeanine, líder da Erudição! #ElaPode

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Resenha: A Elite – Kiera Cass

18 jul

Se você é bookaholic como eu e está vidrado em distopias, tem que ler a série “The Selection”, de Kiera Cass!

Já postei a resenha do primeiro livro dessa série, aqui, e estava devendo a resenha do segundo livro há muito tempo. Mas chega de conversa e vamos ao que interessa!

Ficha técnica:

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Autora – Kiera Cass
Editora – Seguinte
Gênero – Literatura Juvenil
Ano – 2013
Páginas – 360

 

 

Sinopse:

A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e ela está prestes a perder sua chance de escolher.

 

 

Minha opinião:

Nesse segundo livro da série, continuamos a acompanhar a disputa pela coroa de Illéa e também pelo o coração do príncipe Maxon. Kiera Cass continua com sua escrita incrível que te prende do começo ao fim, mas aprofunda os conflitos emocionais da protagonista, America Singer, o que torna até determinado ponto a leitura extremamente cansativa.
Ou tornaria, se ela não tivesse equilibrado a balança dando um destaque maior para os personagens que, no primeiro livro, ficaram em segundo plano.
Uma das personagens que mais me surpreendeu foi, sem sombra de dúvidas foi Marlee Tames. Kiera criou uma trama tão perfeita em torno dessa personagem que, o que acontece com ela, afeta todos os outros ao redor.
A partir da revelação que choca todo mundo (confesso que fiquei boquiaberta tanto com a revelação envolvendo a Marlee, quanto com as consequências!), America começa a entrar ainda mais em conflito sobre o que sente por Aspen e o que sente por Maxon e isso, infelizmente, acaba afastando ela do príncipe. Mais tarde, ela percebe que a maneira como ela agiu foi imatura, precipitada, preconceituosa e injusta, mas então já pode ser tarde para apenas se arrepender e as consequências de suas ações só vão poder ser vistas em The One!
Bem, como sempre, a edição e diagramação dos livros (mesmo na versão digital que eu costumo ler) continua impecável! Acho que uma boa história se constrói com isso: boa escrita, bom enredo e boa edição. E a série de Kiera Cass, como eu já disse, chamou a minha atenção primeiro pela capa e depois pela história.
Em A Elite, percebemos também o aprofundamento das questões políticas que envolvem essa série distópica, com destaque para a relação complicada (dizer que é complicada é eufemismo!) do príncipe com o pai e nas informações sobre o fundador de Illéa, Gregory Illéa. E no quanto o pai de Maxon é tão ambicioso quanto o “herói” fundador da nação.
Apesar da dificuldade que tive em conseguir segurar a leitura nos primeiros capítulos por causa de todo o drama que America faz sobre ficar com Maxon ou Aspen, eu super recomendo a leitura porque Kiera Cass soube me prender ao explorar as características dos antagonistas e personagens de segundo plano, como por exemplo, as concorrentes de America. Conhecendo mais a fundo cada uma delas e a relação (algumas ficando mais e mais aprofundadas) com o príncipe Maxon, acabei conseguindo sentir mais curiosidade ainda pela história e pelas reações de America, sem me cansar de sua personalidade tão marcante, mas que às vezes me cansou no início da obra. E sim, achei muito cruel ela brincar com os sentimentos dos dois mocinhos do triângulo amoroso!
SPOILER: E mereceu ser deixada de lado por Maxon, que deu uma chance ao sentimento verdadeiro que uma das concorrentes criou por ele.

Agora, só nos resta esperar pelo final dessa disputa em The One, ou ver o que Kiera reservou em The Guard, e-novella que segue o sucesso da versão digital no ponto de vista do príncipe Maxon, mas dessa vez no ponto de vista da outra ponta do triângulo amoroso, o guarda e amor de infância de América: Aspen. Confira detalhes dessa notícia aqui.

 

 

Curiosidades: Aprendendo com quem entende do assunto [Dicas de Neil Gaiman]

2 jul

A editora Instrínseca publicou em seu site e em sua página no Facebook uma notícia sobre o premiado autor de “O Oceano no Fim do Caminho”, Neil Gaiman.
De acordo com a matéria, o autor concedeu entrevista ao jornal The Guardian para uma reportagem inspirada na escrita de Elmore Leonard para o The New York Times, referente às regras para se escrever um livro.

Se você, além de ler, pretende um dia escrever seu próprio livro, leia com atenção às recomendações de Neil Gaiman!

#1. Escreva.

#2 Escreva uma palavra depois da outra. Encontre a palavra certa, escreva-a.

#3. Termine o que você está escrevendo. Faça o que for preciso para terminar, e termine.

#4. Coloque o texto de lado. Leia fingindo que você nunca leu antes. Mostre-o a amigos cuja opinião você respeita e que gostem daquele tipo de coisa.

#5. Lembre-se: quando as pessoas dizem que algo está errado ou não funciona para elas, estão quase sempre certas. Quando dizem exatamente o que você está fazendo de errado e como corrigir, estão quase sempre erradas.

#6. Corrija. Lembre que, mais cedo ou mais tarde, antes que o texto fique perfeito, você precisa seguir em frente e começar a escrever a próxima coisa. Perfeição é como perseguir o horizonte. Continue escrevendo.

#7. Ria de suas próprias piadas.

#8. A principal regra da escrita é que, se escrever com segurança e confiança suficientes, você pode fazer o que quiser. (Essa pode ser uma regra para a vida, assim como para a escrita.) Então, escreva a sua história como ela precisa ser escrita. Escreva-a com honestidade e conte-a da melhor forma que você puder. Eu não sei com certeza se existem outras regras. Pelo menos, não as que importem…

 

 

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“Escreva. Termine o que escreveu. Continue escrevendo.”

DIY: Prateleira flutuante

13 jun

Eu já estava programando fazer esse post há muito tempo e então, esses dias apareceu muito rápido na nova novela da Rede Globo um cenário que tinha exatamente essa ideia de prateleira. A cena aconteceu no apartamento de Thales (Ricardo Tozzi), o escritor que namora Leila (Fernanda Machado), mostrando seus livros “flutuando” na parede.

Pelo o que andei pesquisando, há diversas explicações de como fazer com que seus livros saiam da estante empoeirada para se tornar um item de decoração que, com toda a certeza, fará as visitas quebrarem a cabeça para entender como você fez aquilo. Mas tudo é muito mais simples do que você imagina!

Apesar de os procedimentos variarem, o truque principal é o suporte em L que você encontra em lojas de materiais para construção, ou, se preferir, pode comprar o suporte criado especificamente para “flutuar” seus livros aqui, pela Amazon por $20.

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Suporte de prateleira simples, facilmente encontrado em lojas de materiais de construção e de decoração

 

 

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Suporte específico para dar esse efeito de flutuação, disponível na Amazon
Tendo o suporte em mãos, é só escolher a parede que você quer usar como nova estante e pregar os suportes.

MAS ATENÇÃO: O suporte da Amazon vem com grampos na parte inferior que prendem a capa do livro, dando o efeito de que é ele que sustenta todos os outros que virão por cima. Mas se você optar por comprar um suporte em L mais em conta, precisará colar a parte inferior do suporte na contra capa para conseguir dar esse efeito. Portanto, se essa for sua opção, sugiro que escolha um livro que já tenha lido até decorar e que você tenha certeza de que não vai mais querer pegar depois, ok?!

Dica: Para dar um efeito bacana, divida seus livros em pilhas e distribua por vários pontos da parede. Além disso, coloque itens decorativos em cima dos livros, como vasinhos, porta-retratos, corujas, globos, etc.

 

E então, gostaram da dica? Veja algumas imagens desse efeito e inspire-se!

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Sites pesquisados:

Explosive Box

Já Sabia

Blog Uma Leitora

Amazon

Acho Moderno

Dicas: Playlist de músicas para leitura da semana

25 maio

Quem nunca se fechou no quarto em um dia de chuva, com um potinho de biscoitos e um bom livro para ler? E quem nunca sentiu falta de algo a mais para acompanhar esse momento de leitura(além do sonzinho da chuva)?

Assim como acontece ao assistirmos a um filme, a música às vezes serve como complemento das cenas, atuando como pano de fundo e, muitas vezes até acrescentando mais vivacidade à história lida.

O post de hoje vai listar para vocês, leitores do Claquete de Papel, algumas das músicas que estou ouvindo ultimamente enquanto leio, tanto livros físicos como digitais. Para não deixar o blog muito pesado, decidi linkar os nomes das músicas aos respectivos vídeos no Youtube, então para assistir é só clicar, ok?

Back to Black – Porque me bateu uma saudade imensa desse vozeirão da Amy Winehouse e as poesias que ela cantava em suas letras!

All my loving – Mais uma da eterna Amy Winehouse! Essa música dos Beatles recebeu um arranjo ao violão num gostoso estilo bossa nova, com toda a potência da voz de Amy que gerou uma mistura gostosa de ouvir e apreciar.

Angels Cry – Eu estou numa fase meio calma, então eu sempre gosto de ouvir a voz macia da Mariah Carey.

Adorn – Num estilo mais puxado para o rap e hip hop, a voz suave de Miguel vem me conquistando desde que assisti ao clipe da música que ele gravou com Mariah Carey e vem ganhando destaque nas paradas Norte Americanas. E ele tem uns floreios vocais que me lembram muito o Michal Jackson cantando! *.*

Yellow – Uma playlist boa sempre tem pelo menos uma do Coldplay! Entre todas as que eu tenho, a que mais tenho ouvido ultimamente enquanto leio algum livro tem sido essa.

Warzone – Eu tenho minhas reservas com grupos no estilo do The Wanted, mas essa música me conquistou mais pela letra do que pela melodia. Mas mesmo assim, tenho escutado bastante para ler e também para escrever os posts aqui no blog.

Say my name – Mais uma com pegada mais agitada, com aquela maciez harmônica que o Destiny’s Child da Beyoncé que faz nossa cabeça balançar enquanto estamos firmes na leitura em plena madrugada! #QuemNunca Além disso, vale a pena conferir o clipe dessa música para ver como Diva Bey era magrinha antes de seguir carreira solo, toda turbinada na malhação!

Little Things – Ouvi essa música do One Direction na rádio e resolvi baixar. Acabei gostando de usá-la como plano de fundo para leituras mais românticas.

I’ve Got a Woman – Sim, eu ouço músicas dos anos 50! Essa de Ray Charles (um dos meus favoritos do período) não tem muito a ver com alguma leitura em particular, mas é mais uma daquelas músicas que têm uma letra divertida que te faz rir e um ritmo gostoso de balançar a cabecinha quando ouvimos! Para essa música, escolhi dois vídeos: Ray Charles ao vivo | Jamie Foxx cantando no filme Ray

E então gostaram? Quais músicas vocês costumam ouvir enquanto leem um livro? Compartilhe conosco!

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Baixei e Gostei: A Elite, Kiera Cass

20 maio

No post de hoje, trago a resenha de mais um livro que eu não pude comprar baixei e devorei ao ler.
Para quem não conhece o primeiro livro da Kiera Cass, A Seleção, leia a resenha que o Claquete de Papel publicou aqui.

Confira a sinopse da continuação dessa série que vem causando rebuliço no mundo dos leitores.

 

A Elite (The Elite) – Kiera Cass, Editora Seguinte:

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A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

 

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Minha Opinião:

 

Antes de tudo, sei que é errado julgar um livro pela capa. Mas a série de Kiera Cass chamou a minha atenção pela qualidade da produção gráfica. Mesmo na versão digital é possível perceber os detalhes que tornam a leitura encantadora aos olhos.
Nessa continuação, o texto, entretanto, é muito amarrado e cansativo porque mais da metade do livro fala da indecisão de America. E isso é muito irritante e me deixou surpresa, já que no primeiro livro a leitura flui fácil com a apresentação de todo o enredo, personagens e cenários.
Mas America simplesmente tem tudo o que todas as outras se engalfinham para ter, mas fica adiando a decisão por medo de ferir Aspen ou pior ainda: por medo do compromisso e responsabilidades que a coroa de Maxon lhe oferece.
No meio desse conflito emocional todo da protagonista, a ação fica por conta dos ataques rebeldes, que ficam ainda mais ameaçadores que no primeiro livro – e, em determinado momento, um dos ataques me deixou surpresa por causa do objetivo dos rebeldes no palácio. Além disso, o que torna a leitura suportável até a metade é a profundidade que Kiera dá nos personagens secundários. Nesse caso, as concorrentes de America na Seleção.
E é daí que surgem as grandes surpresas do livro!
Tanto na personalidade reveladora de cada concorrente, que antes ficou tão superficial em A Seleção, como na relação de Maxon com cada uma dessas concorrentes.
Algumas pessoas odiaram o comportamento do príncipe. Eu sou do time que amou cada atitude dele. Porque afinal, que homem agiria diferente se estivesse na situação dele, com cinco garotas brigando por seu amor ou no mínimo atenção, enquanto aquela que ele realmente amava – destaque para a conjugação do verbo no passado – fica enrolando se quer ou não ficar com ele? Certamente qualquer outro homem teria feito até coisa pior!
Eu gostei tanto da maneira como a personalidade de Maxon se revela nesse livro que eu acredito que O Príncipe (The Prince), a versão digital disponibilizada pela autora em seu site oficial, deveria ser sobre o ponto de vista dele, mas referente ao livro A Elite e não A Seleção, como realmente aconteceu.
Mas, para a nossa alegria, usando o jargão que enjoou conquistou o Brasil, essa história ainda não acabou e a briga pelo coração do Maxon ficou muito mais interessante quando America finalmente percebeu que com o coração de um homem apaixonado não se brinca!
Essa é uma das leituras que mais me deixou ansiosa pela continuação, porque é um tipo de conto de fadas, com príncipe encantado, castelos e frufrus num cenário pós-apocalíptico, com crises políticas que resultam em um colapso nas camadas mais pobres da sociedade, além de toda carga histórica e o forte apelo às morais sociais impostas pela Seleção que vêm à tona para bater de frente com o romance que, a princípio, deixa a leitura melosa.
Se Kiera Cass não pecar em exagerar nas indecisões de America como ela fez nesse livro, acredito que essa série tem tudo para fazer sucesso com seu desfecho nas livrarias (Embora alguns sites afirmem que se chamará “The One”, ainda não há confirmação oficial do nome, nem data de divulgação) e em breve nas telas, com a adaptação prevista para 2014 no formato de seriado.
E, no fundo, mesmo achando que America mereceu tudo o que sua falta de decisão a fez colher, ainda torço para que ela vença A Seleção e conquiste o coração do príncipe Maxon!

 

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Notícias sobre a adaptação da história:

– A CW havia comprado os direitos e até chegou a produzir um episódio piloto para o seriado de A Seleção ser lançado ainda em 2012, que contava com o elenco: Aimee Teegarden como America, William Moseley como Aspen (Embora eu honestamente acredite que ele seria melhor como Maxon, após a performance dele em As Crônicas de Nárnia) e Ethan Peck como Maxon.

– O lançamento da série foi adiado pela CW, que rejeitou o episódio piloto e as roteiristas, Elizabeth Craft (The Vampire Diaries e Angel) e Sarah Fain (produtora de The Shield), tiveram de revisar tudo para que um novo piloto pudesse ser filmado, com um novo grupo de atores.

– Diante das mudanças, a presença de Aimee Teegarden foi desconsiderada no novo piloto por sua participação na nova série da CW, Oxygen, ter sido confirmada.

– William Moseley também não confirmou participação nesse novo piloto e, embora o novo elenco não tenha sido divulgado, há rumores de que apenas Sean Patrick Thomas, que interpretaria o assessor da rainha, continuaria do elenco desse primeiro piloto rejeitado. Algumas fontes apontam Michael Melarkey para o papel.

– Alguns sites afirmam que o rei Clarkson, pai do príncipe Maxon, será interpretado por Anthony Head (Merlin).

Sites pesquisados:

Mundo Mania

Papperlipstick

Divaneando

Series News

Curiosidades: Uma refeição no País das Maravilhas

17 maio

Se você já se imaginou tomando chá com o chapeleiro maluco ou comemorando um desaniversário no jardim da rainha de copas, você não está louco e nem foi o único.

Foi inaugurado em Tóquio, Japão, um restaurante que segue toda a temática da obra de Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas!
Produzido pelo estúdio de design japonês, Fantastic Design Works, o restaurante fascina os clientes com essa proposta diferente, que te leva para dentro desse mundo mágico que gerações vêm sonhando desde a primeira publicação da obra literária em 4 de julho de 1865.
Já na entrada, encontramos o exército de soldados de cartas da Rainha do Copas, que nos recepciona a uma viagem por entre livros e páginas gigantes que nos leva a mesas em um labirinto que imita o jardim da Queen of Hearts.
E não para por aí! Para que a experiência seja completa, os garçons usam trajes com a temática e o cardápio tem disponível pratos como “Pizza de Rabo de Gato” e “Bochecha de Carne Assada Queen of Hearts com molho de vinho tinto”.

Portanto, se você for ao Japão, essa já é uma ótima dica a ser incluída em seu roteiro de viagem, né? Afinal, qual bookaholic nunca sonhou em entrar na toca do coelho e cair num mundo mágico??? =)

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Sites pesquisados:

GNT

Publistorm

Garotas Nerds

Baixei e Gostei: Belo Desastre e Desastre Ambulante

16 maio

Que garota nunca desejou viver um romance com um Bad Boy que lhe faça cometer loucuras? Mas e quando essa garota também tem um passado que lhe condena – e do qual tenta fugir a todo custo – e que faz esse Bad Boy também cometer loucuras?

Pois é disso que se trata os livros de Jamie McGuire, Belo Desastre e Desastre Ambulante.

Minhas amigas no grupo do Facebook falaram tanto dessa obra que eu tive que conferir. E confesso: caí de amores pelo Bad Boy Travis Maddox!

Confira a Sinopse de cada livro abaixo:

Belo Desastre (Beautiful Disaster) – Jamie McGuire, Ed. Verus.

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A nova Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade.

Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento de Travis pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura.

Desastre Ambulante (Walking Disaster) Jamie McGuire, Ed. Atria Books (Estrangeira)

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Finalmente, o tão aguardado follow-up para o New York Times best-seller “Beautiful Disaster”. Você pode amar alguém demais? Travis Maddox aprende duas coisas de sua mãe antes de morrer: Ame com força. Lute ainda mais. Em “Walking Disaster”, a vida de Travis está cheia de mulheres rápidas, jogo clandestino e violência. Mas só quando ele pensa que ele é invencível, Abby Abernathy o põe de joelhos. Toda história tem dois lados. “Em Beautiful Disaster”, Abby tinha a dizer. Agora é hora de ver a história através dos olhos de Travis.

Minha Opinião – Livro #1:

Em Belo Desastre acompanhamos como Abby Abernathy começa sua jornada na faculdade e, principalmente, começa uma jornada num terreno que ela mantém em mistério a maior parte do livro: a área sentimental.
Quando ela conhece o encrenqueiro e mulherengo Travis Maddox, primo do namorado de sua melhor amiga, ela percebe na hora que tem que se manter longe dele. Tudo dentro dela apita para manter distância e grita “Perigo, perigo, perigo”.
E bem que ela tenta.
Mas isso só desperta ainda mais o interesse de Travis por Abby. Afinal, qual Bad Boy consegue resistir a um bom jogo de conquista?
Nesse momento temos uma boa dose de diversão ao ver as tentativas – falhas – da Abby de fazer com que Travis perca o interesse nela. Mas dizem que homem quando está interessado, corre atrás. E Travis leva isso ao limite.
Enfim, os dois decidem que serão amigos – mesmo que ninguém dê crédito a isso – numa tentativa de manter um ao outro em suas vidas, sem necessariamente envolver sentimentos. Ou sexo.
Mas, claaaaaroooo isso não dá nada certo, principalmente a partir do momento que Travis percebe que gosta de Abby de um jeito que nunca gostou de nenhuma outra garota e começa a lutar para fazê-la ver isso.
E entre risadas pelas investidas criativas dele, eu acabei morrendo de raiva da Abby. Acabamos percebendo que, muitas vezes deixamos de viver bons momentos em nossa vida, sem necessariamente existir a conotação sexual, apenas por puro medo.
No final, acabei percebendo que me viciei nessa história por causa de todas as idas e vindas que me fizeram viver cada aflição e emoção dos personagens. De ressacas a acessos de fúria, acabamos nos sentindo na pele dos personagens. Especialmente de Travis.
É uma leitura que eu super recomendo por ser um romance que, a princípio, tem tudo para ser clichê, mas que acaba surpreendendo pela intensidade de sentimentos de cada personagem.
Detalhe adicional: é uma história completa porque tem sua dose certa de romance, drama, comédia e também ação com a violência que rodeia a vida de Travis e, como descobrimos em certo ponto, na de Abby também.

Minha Opinião – Livro #2:

Como se não bastasse nos viciar na história, Jamie McGuire nos deu de presente toda a aflição e alegrias vividas no primeiro livro de novo, mas pelo ponto de vista de Travis Maddox.
Se antes odiamos a Abby, mesmo acompanhando seus pensamentos e linhas de justificativas, nesse livro passamos a querer matá-la ao ver o quanto Travis se sente com a maneira como ela reage às investidas dele. E sabe o que é mais legal??? É que aquele palavrão que a gente sente vontade de falar para xingar a Abby, o Travis realmente xinga por nós!!!!
Tem como não amar esse cara???
Bem, no começo temos um recorte do passado de Travis, mostrando o que aconteceu à sua mãe e isso já nos serve como uma justificativa para o comportamento arredio dele não apenas com relação às mulheres, como também com o mundo das lutas clandestinas.
Vemos então todo o processo já lido no livro anterior de como ele conhece Abby e como ele acredita que ela seja um Beija-flor no meio de tantos Abutres. E vamos ser francos: por mais Bad Boy revoltado que um cara seja, no fundo é isso mesmo que ele deseja encontrar em sua vida, não é?
E a partir daí começa a diversão. Eu, particularmente, sofri e ri muito com os acessos de ciúme, os planos criativos de conquista e as explosões de fúria do Travis. E também me derreti com as confissões apaixonadas. À la Travis Maddox, claro!
Achei bem legal esse livro porque a gente se sente não apenas da cabeça de um homem, mas na cabeça de um homem complicado que luta para não se apaixonar por aquela garota por perceber que ele não é bom o suficiente para ela.
Acho isso muito lindo mesmo!
Confesso que me identifico um pouco com Abby em alguns momentos, como a recusa a falar palavrão – por isso ri tanto do Travis falando palavrão o tempo todo – ou a maneira como Travis expressa seus sentimentos às vezes e que a deixa assustada. Mas nada justifica o sofrimento que ela fez ele passar! E sim, é de roer as unhas de raiva!!!
Nesse livro a gente tem uma carga um pouco maior de diversão pelo fato de o ponto de vista do Travis ser mais divertido do que o de Abby, mas também é mais tenso igualmente pelo fato de Travis ser explosivo e impaciente.
Achei apenas que foi um pouco mais cansativo em alguns pontos por causa da repetição de cenas, mas que é justificável pela diferenciação na narrativa, que antes era feita pela Abby.
Mas, no mais, achei o livro perfeito! Portanto, super recomendo o download e, quem estiver com mais Dilmas na carteira do que eu, recomendo que compre porque é um daqueles livros para se ler quando estamos na fase do meio termo: Não estamos a fim de ler/ver nada muito romântico, mas sentimos necessidade de ler/ver algo que nos conforte e nos divirta!

Extra:

O blog Envenenadas pela maçã fez um post com, segundo elas, o candidato apontado por Jamie McGuire para interpretar Travis Maddox na adaptação para as telonas de Belo Desastre. VALE MUITO A PENA CONFERIR, MENINAS! *—*
Clique Aqui

Baixei e gostei: Difícil de Amar – Kendall Ryan

29 abr

Quem ama livros, mais cedo ou mais tarde, acaba cometendo certas loucuras. Ou vão dizer que nunca entraram num site para comprar um livro e acabaram levando outros três – ou cinco – que nem pensavam em comprar?
Como minha carteira anda sem Dilmas para cometer essas loucurinhas gostosas, acabei encontrando um novo vício compulsivo: baixar ebooks.

Eu sempre torci o nariz para ebooks. E ainda não gosto e prefiro sentir o peso do livro na minha mão, cheirar a capa e as páginas, alisar as folhas para adivinhar o tipo de papel e gramatura… Essas coisas que só leitores apaixonados fazem quando pegam em um livro antes de lê-lo. Mas, na falta de dinheiro, os ebooks são uma opção indispensável.

E, honestamente, não foi tão ruim ler livros pelo celular como eu pensava. A primeira leitura que fiz foi logo de uma trilogia – pela qual, inclusive me apaixonei: Jogos Vorazes, Em Chamas e Esperança, de Suzanne Collins – e não foi tão incômodo quanto ler pelo computador.

Enfim, o post de hoje traz a vocês uma das últimas leituras que fiz via ebook: Difícil de Amar, de Kendall Ryan.

O arquivo foi encontrado em um dos blogs parceiros do Claquete de Papel, o Love Series e Afim, que eu tinha acessado para buscar um outro livro. Mas quando eu li a sinopse, simplesmente não resisti e baixei.

Leiam abaixo a Sinopse:

Cade sempre se arriscou… Cade cuida de sua irmã mais nova e doente fazendo o que faz de melhor: lutando e estrelando em filmes adultos, o seu mais novo louco esquema para ganhar dinheiro e assim poder pagar as contas médicas crescentes de sua irmã. Quando o seu mais recente trabalho faz que com ele tenha que ser admitido na emergência de uma clínica médica ostentando uma ereção do inferno, graças à pequena pílula dada a ele pelo diretor, não consegue tirar a enfermeira bonita que cuidou dele de sua cabeça, mesmo sabendo que ela está tão fora de seu alcance que deveria ser ilegal. Alexa sempre jogou pelo seguro… Cansada de ser rotulada como uma doce, inocente e empenhada estudante de enfermagem, Alexa tem procurado maneiras de quebrar a imagem de santinha que todos têm dela. Quando sua amiga sugere que ela perca sua virgindade com a estrela pornô sexy e seguramente qualificada para a missão, Alexa acha a ideia bizarra e fica mortificada. Porém quando Cade recusa a sua proposta, ela encontra-se chateada e envergonhada. Mas ela não está preparada para o que encontra quando decide procurá-lo para lhe dizer o que pensa da sua atitude idiota. Vê-lo cuidar de sua irmã mais nova mexe com seu coração, e de repente a situação não é mais apenas sobre a perda de sua virgindade, mas sobre ajudar Cade. Porque o Senhor a ajude, ela pode estar realmente se apaixonando por uma estrela pornô…

 

Minha Opinião:

Apesar de parecer pesado, o livro trata sobre a linha tênue que existe entre sexo e amor, prazer e sentimento, trabalho e responsabilidade. Cada capítulo é no ponto de vista de um personagem, alternando entre Cade e Alexa. Cade é um personagem instigante, divertido, maduro e ao mesmo tempo impulsivo. Obrigado a assumir responsabilidades muito cedo, ele acaba se dedicando às suas obrigações e se esquecendo de cuidar de si mesmo e de tentar manter um relacionamento. Enquanto isso, Alexa sempre foi bem cuidada, sempre protegida pelos pais e sempre teve todas as oportunidades possíveis que a vida poderia lhe dar: pais ricos, uma boa casa, uma boa faculdade, um bom carro, um bom apartamento, bons amigos e bons pretendentes.
Quando o caminho dos dois se cruza de uma maneira muito engraçada – e constrangedora para o Cade -, surge uma conexão que nem mesmo os dois entendem.
Depois de idas e vindas, Alexa ajuda Cade a enfrentar as dificuldades que aparecem com relação ao tratamento da irmã e, em contrapartida, Cade a retribui oferecendo seu próprio corpo para que ela ganhe experiência na arte de dar e receber prazer.
No começo, confesso que fiquei com um pé atrás pensando que era um tipo de obra que tentaria pegar o embalo do sucesso que a literatura do estilo 50 tons fez no público feminino. Mas, conforme a leitura foi avançando – muito rápido, afinal o livro é curtinho -, fui percebendo que, além de não se tratar de um relacionamento apoiado no sadomasoquismo, o livro de Kendall Ryan trabalha justamente as questões que citei anteriormente. É muito interessante porque você acaba refletindo em como às vezes ignoramos essas questões em nossa vida, por julgarmos uma coisa mais importante que a outra quando, na verdade, Cade e Alexa nos mostra que sempre há um equilíbrio para tudo. Inclusive quando se trata de sexo e amor, ou de prazer e sentimento.
Portanto, super recomendo esse download, e, assim que eu puder, vou correndo comprar o livro para reler porque me diverti demais com o Cade. Esse é o tipo de personagem sincero, autêntico e intenso que consegue arrancar suspiros, mas também boas risadas!

hard-to-love-kindle-cover Sobre a autora (Por Amazon):  Kendall Ryan é a autora dos best sellers sucesso do New York Times e EUA Today com os romances contemporâneos Difícil de Amar (Hard to Love), Desvendar (Unravel) e Me faça sua (Make me yours).
Ela é atrevida, politizada em Midwestern com um profundo amor de livros, e uma ligeira dependência de gloss! Ela tem um diploma de bacharel em marketing, alguns muitos livros de namorados e dois filhotes de cachorro muito desobedientes.
Visite-a em: www.kendallryanbooks.com para as últimas notícias do livro, eventos divertidos e brindes!

 

 

 

 

Próximo lançamento:

Compre aqui (Sites internacionais): Amazon | Barnes and Noble | Paperback

Resisting-Her

Pechinchas e Compras: Moleskines

26 abr

E para lançar a sessão “Pechinchas e Compras” do Claquete de Papel, trago a vocês um post sobre um item que eu estou In Love e que eu acho que todo bom leitor já deve ter ouvido falar (ou ter lido em alguma história): Moleskines!

Pequeno, portátil e versátil, os cadernos de notas são tão antigos quanto a invenção de Gutemberg. Okey, nem tanto. Mas a data exata de sua criação não é precisa. Sabe-se apenas que o Moleskine do jeito como ficou conhecido é sucessor dos cadernos utilizados por artistas e pensadores como Vincent Van Gogh, Ernest Hemingway e Bruce Chatwin.

Quem diria que um simples caderno retangular com bordas arredondadas e elástico resistiria à era dos tablets, hein?

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Pois não apenas resistiu, como se popularizou e vem se reinventando.

Pelo site da marca oficial Moleskine, é possível conhecer mais detalhes da história desse caderninho. Hoje, falaremos um pouco dos locais aonde é possível encontrar para comprar.

Site Moleskine: Como eu disse, é o site oficial que vende não apenas os cadernos como toda uma variedade de itens que carregam esse nome que eles dizem ter “pedigree literário” (Adorei esse termo!). Na página é possível conhecer as coleções especiais da marca que vão desde os modelos tradicionais, com variações apenas nas cores, até modelos que atendem a específicas atividades, profissões ou temas (Estou apaixonada pelo Moleskine do Mickey Mouse!!!). Em uma das sessões do site é possível ver em qual loja mais perto de você é possível encontrar um item da linha Moleskine. Aqui no Brasil, por enquanto, apenas a Fnac vende Moleskines originais. Se quiser comprar por uma das lojas online americanas, será preciso investir alguns Obamas (Dólares), porque são caros e, como todos sabem, sempre há uma taxa de importação abusiva no preço final quando informamos que o endereço é no Brasil.

Fnac: Acessei, por meio do site oficial da Moleskine, a página da Fnac para verificar como anda a faixa de preço dos produtos originais para nós, em Dilmas (Reais). Assim como o Moleskine tem suas variações nas coleções especiais para agradar a todos os gostos, há variações para agradar a todos os bolsos. Para quem não dispensa um item original e gosta de mostrar que tem bom gosto, vale a pena investir em um produto mais pesadinho no preço. Eu preferi continuar pechinchando na rede!

Writers Store: Continuando a pesquisar no site da Moleskine, caí numa lista de lojas americanas que vende online para todo o mundo. Entre as grandes Amazon, Books Inc e Barnes and Noble, a que mais me chamou a atenção foi a Writers Store. Além de realmente oferecer os produtos originais da marca Moleskine, eles vendem tudo o que um escritor precisa. A lista de produtos vai desde presentes (que eu estou pensando seriamente em comprar para dar no Natal deste ano para algumas pessoas), até material para escritores editoriais, televisivos, cinematográficos ou para aqueles escritores que escrevem apenas por hobbie. Além disso, eles disponibilizam material editorial para venda com títulos que auxiliam o trabalho de escrita. Acho impossível acessar esse site e comprar apenas uma coisa!

Cicero: Voltando minhas buscas para os trópicos, encontrei a Cicero. Para mim, essa é a versão brasileira da Moleskine. Eles oferecem o caderno de notas que segue os padrões tradicionais, mas também trazem capas que são a cara do Brasil, com paisagens de vários pontos turísticos (Coleção Rio) e artes que expressam a mistura gostosa de culturas do nosso povo (Coleção Sketch). Entre os principais clientes da Cicero estão Endemol, Rede Globo, MTV, Santander, Google, Coca Cola Brasil, Vale, Volskwagen e muitas outras. Ou seja, provavelmente já vimos alguém com algum moleskine da Cicero e nem sabíamos! Para comprar, você pode clicar em Loja Online e ser redirecionado para o Facebook onde é possível conferir o preço de cada produto, ou então pedir informações por e-mail.

Papelaria Tête-à-Tetê: Pechincheira como eu, não pude parar de “Googlar” Moleskines até que encontrei lojas que ofereciam preços mais acessíveis. Caí na TAT. E foi amor à primeira clicada! O site oferece um catálogo de estampas que atende a todos os estilos e que dão uma repaginada e tanto no moleskine! Fiquei apaixonada por alguns modelos e até entrei em contato com a equipe para fazer orçamento. O valor até que era justo pelo material que pedi, mas o frete somado a tudo me fez continuar procurando por outras lojas apenas para comparar e ver se eu não estava sendo muito mão de vaca! O link para a loja virtual é este: http://teteatete.tanlup.com/

 

Corrupiola: Seguindo o mesmo padrão de produção que a Papelaria Tête-à-Tetê, a Corrupiola fabrica seus produtos à mão desde 2008 e disponibiliza também cartões de mensagens presenteáveis (lindos, lindos, lindos! *0*) e estampas divertidíssimas! Ao clicar na Loja, você conhece a lista de produtos de acordo com a faixa de preço que você está disposto a pagar. Aí a coisa começou a ficar interessante, né? Alguns produtos têm a mesma estampa que a loja anterior pesquisada e com os mesmos padrões, mas numa faixa de preço bem mais acessível. É possível encontrar produtos bons, bonitos e que custam até R$ 20. Isso sem falar na embalagem de envio da mercadoria que também é personalizada! Haja criatividade hein?!

 

Sonia Cirino: Essa dica agora é para quem quer um caderno personalizado em todos os detalhes possíveis para deixá-lo ainda mais com a sua cara. No blog da Sonia Cirino, ela adaptou a ideia dos moleskines tradicionais, tornando possível acrescentar o que o comprador quiser: suporte para caneta, lombada feita em argolas acrílicas com miçangas, nome na capa, texto especial na primeira folha, diário pessoal personalizado e mais uma infinidade de possibilidades. Entrei em contato para fazer um orçamento por curiosidade e um caderno com as personalizações que eu pedi ficou um pouquinho pesado para meu atual orçamento. Claro que vale ressaltar que cada personalização é um acréscimo ao valor base do material, então é preciso estar disposto a fazer esse investimento.

 

Livros da Joaninha: A última dica é para aqueles que ficaram com uma meeeegaaaa vontade de ter um moleskine, mas que estão sem cifrões suficientes na carteira. Encontrei recentemente essa loja que faz os moleskines no mesmo padrão que a Tetê-à-Tetê e Corrupiola, mas sem frete. Sim, é isso mesmo que você leu: Qualquer moleskine da loja sem frete algum! Eu entrei em contato para fazer orçamento da mesma estampa que eu pedi pela Tetê-à-Tetê e, além de ter saído algumas Dilmas mais barato, o material é completamente sem frete! Difícil de acreditar, né? Mas, de acordo com a responsável pelo contato com os clientes, a intenção deles é prestigiar as pessoas que confiam no trabalho deles. Acho super digno porque é uma forma de popularizar o moleskine e incentivar a cultura da escrita, tornando esse tipo de produto mais acessível.

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E então, gostaram da dica de Pechinchas e Compras de hoje? Usariam um Moleskine? Pra quê, onde compraria e como seria seu Moleskine?

Comentem aqui embaixo ou nas redes sociais do CP!

 

Quote do dia: Julieta de Anne Fortier

20 abr

Quem nunca ouviu falar de Julieta, é por que precisa urgentemente largar o Facebook, videogame ou seja lá o que esteja te alienando e ir correndo para uma biblioteca!

A história dos apaixonados mais famosa dos séculos é retratada por Anne Fortier de uma maneira que ninguém nunca imaginou. Porque afinal, e se a história criada por Shakespeare não passasse de uma série de lorotas criadas para iludir os leitores a respeito da verdadeira história por trás do romance que conquistou tantas gerações?

Bem, o quote de hoje é sobre o livro Julieta, de Anne Fortier, que eu ainda farei uma resenha bem especial porque foi uma leitura que me surpreendeu.

Esse quote, para mim, sintetiza bem o enredo do livro, que tem ação, romance, fantasia, fatos históricos e um mistério por trás da história original dos amantes de famílias que se odiavam, baseando-se no mito de que Shakespeare mentiu ao escrever Romeu e Julieta.

“Tudo o que dizemos é uma história. Mas nada do que dizemos é apenas uma história.”

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DIY: Marcadores de Página Criativos

17 abr

Geralmente a estante dos apaixonados por livros têm espaço para duas coisas: Os livros (dããã) e os marcadores de páginas.

Quem nunca, naquele momento mais empolgante ou emocionante da história, precisou parar sua leitura porque o telefone tocou, a mãe chamou, o chefe apareceu ou o ônibus chegou? Pois é para esses momentos que servem os marcadores de página ao invés de você dobrar a página onde parou e deixar o livro cheio de orelhas do Dumbo!

Geralmente algumas livrarias dão marcadores de páginas quando você realiza uma compra na loja física. Até hoje nunca ganhei nenhum das compras virtuais, mas dizem que mandam também.

Eu, honestamente, não gosto muito. Uso para quebrar o galho e tudo o mais (nesse tudo o mais inclui fazer a propaganda básica da editora ou do autor), mas eu prefiro comprar algum mais bonitinho, mais utilizável ou, no mínimo mais apresentável.

Enquanto pesquisava para fazer esse post, achei um artigo legal em um dos blogs literários mais acessados do Brasil, o Minha Estante do Bruno Miranda, de apenas 16 anos!

Lá ele explica que há dezenas de tipos de materiais para se fazer um marcador de páginas você mesmo: E.V.A., clipes, palitos de picolé, o próprio papel, jeans e mais uma infinidade de possibilidades!

Vamos ver alguns:

1. Marcador de Jeans (Dica original do O Artesanato)

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Passo 1: Recorte dois pedaços iguais de um jeans que não use mais em formato de coração;
Passo 2: Passe cola atrás e nas laterais de cada coração para firmar o tecido;
Passo 3: Costure a parte inferior dos dois corações até a metade.
Dica extra: Você pode experimentar fazer com outros tecidos e deixar tudo ainda mais charmoso, como na foto abaixo

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2. Coração de papel:

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Passo 1: Dois pedaços de papéis coloridos onde você vai desenhar dois corações, um maior e um menorzinho;
Passo 2: Depois de recortar os corações, você vai passar cola na metade superior do coração menor e colar no centro do maior;
Dica Extra: Você pode fazer em papel cartão recoberto com tecido para deixar aquele toque especial!

3. Marcador de clipe

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Se você não leva muito jeito para fazer os outros dois marcadores, esses de clipes pode ser ideal para você!

Passo 1: Para fazer o modelo com lacinho você precisará cortar três pedaços de tecido (11x2cm, 9x1cm, 4×0,6cm);
Passo 2: Junte com um arame de saco de pão de forma os tecidos como mostra a última foto, exceto o pedaço menor que você cortou;
Passo 3: Posicione o lacinho no clipe e passe o tecido menor por cima, colando na parte de trás com cola e, automaticamente, o prendendo no clipe;
Passo 4: Para fazer o modelo simples, você precisará apenas recortar tiras de tecido (7x2cm), passar por dentro do clipe e colar com cola

4. Marcador de Gibis (Dica original de Happy Batatinha)

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Esse é mais um dos modelos super bacanas que o Bruno Miranda indicou no seu blog. Siga as instruções:
Passo 1: Recorte uma cartolina ou papel cartão no tamanho de 15x8cm;
Passo 2: Passe fita dupla face ou cola bastão por todo o papel que você recortou no passo anterior;
Passo 3: Envolva uma página de gibi e recorte os excessos

4. Marcador de Imã

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Essa dica vem do Blog Hospitalhaços e é bem diferente de tudo o que eu tinha visto.

Passo 1: Dobre o papel de sua preferência ao meio formando um tipo de cartão que envolverá a página a ser marcada;
Passo 2: Corte os imãs (se não tiver aqueles de geladeira que sua mãe estava prestes a jogar fora, pode ser encontrado em lojas de produtos para artesanato) na medida necessária e retire o plástico protetor;
Passo 3: Cole um imã em cada parte do papel (de preferência com cola quente), de modo que quando você fechar o cartão, um imã grude no outro, fixando o cartão na página a ser marcada.

5. Marcador de elástico (Dica do Delícias e Coisinhas):

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Passo 1: Meça o elástico (comprar em armarinhos) ao redor do livro e reserve;
Passo 2: Desenhe sobre o feltro dobrado o modelo que você quer (na foto, por exemplo, é uma caveirinha), de modo que quando você o cortar, tenha a parte da frente e a parte de trás do desenho;
Passo 3: Com um estilete ou mesmo com a tesoura, faça dois cortes horizontais na parte de trás antes de colar com a da frente, onde o elástico irá passar;
Passo 4: Cole as duas partes com cola quente e passe o elástico, colando as pontas para fechá-lo e então enfeite o desenho como quiser.

E há ainda uma infinidade de Marcadores de Páginas para fazer você mesmo! Veja alguns modelos abaixo e inspire-se. Para acessar os tutoriais, basta clicar nas imagens:

Estilo Vintage – Tutorial por Melina Souza

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Moustache – Tutorial por Livros da Joaninha

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Monstro na página – Tutorial por Menos Um Na Estante

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Mas se você definitivamente não tem paciência ou jeitinho com a tesoura e cola, então acesse o Bazar Criativo. Lá você encontra vários modelos de marca páginas, em materiais que vão desde plástico até metal e madeira. É um mais lindo que o outro! *.*

 

E então, gostaram?! Comentem logo abaixo, ou envie-nos uma mensagem no Facebook e no Twitter!

O próximo D.I.Y. pode ser feito por você! Participe!

Em Cena: Avesso de trás para frente

17 abr

Estava eu assistindo ao programa Zoo da Band (Sim, eu prefiro ver isso àquela novelazinha sem pé nem cabeça do horário nobre da Globo), e a Paloma Tocci apresentou o vídeo do cineasta israelense Messe Kopp. O filme já foi visto mais de 4 mil vezes no Youtube e tem ganhado as redes sociais por instigar os espectadores.

Você assiste se perguntando se Messe Kopp gravou tudo ao contrário ou se gravou normal e editou. E aí é que entra o vídeo da produção, onde ele mostra como cada ação foi gravada.

É muito louco! É o tipo de loucura criativa que merece ser comentada e compartilhada!

Confira o vídeo na íntegra e depois o Side by Side com o original:

Bem legal né?

O humorista Oscar Filho, do CQC, publicou em sua página no Terra um post sobre esse trabalho do cineasta Messe Kopp.

http://oscarfilho.terra.com.br/tag/messe-kopp/

Para conhecer mais do trabalho desse cineasta, curta sua Fanpage no Facebook.

Feliz aniversário de 200 anos de Orgulho e Preconceito!

17 abr

Navegando na internet para fazer o quote do dia, acabei descobrindo que no dia 28 de janeiro de 2013 completou 200 anos desde que a primeira edição do aclamado Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, foi lançado. O Claquete de Papel está meio atrasado no parabéns, mas o que vale é celebrar o máximo possível uma data dessas não é? =)
Lançado em 1813 na Inglaterra, a obra percorreu o mundo, venceu dois séculos e já foi levado às telonas duas vezes. Sim, amado leitor, existe outra versão cinematográfica além daquela com Keira Knightley que você assistiu!
Dirigido por Robert Z. Leonard, o drama de 1940 era em preto e branco e recebeu o Oscar de Melhor Direção de Arte em 1941. E o post de hoje é dedicado a essa obra que emocionou a tantas gerações de leitores.

Veja a Ficha Técnica, o cartaz oficial e algumas cenas:

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Diretor: Robert Z. Leonard
Elenco: Greer Garson, Laurence Olivier, Maureen O’Sullivan, Marsha Hunt, Edward Ashley, Marten Lamont, E.E. Clive, Marjorie Wood, May Beatty.
Produção: Hunt Stromberg
Roteiro: Aldous Huxley, Jane Murfin
Fotografia: Karl Freund
Duração: 117 min.
Ano: 1940
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Preto e Branco
Distribuidora: VersátilJane Austen OP 1 Jane Austen OP 2 Jane Austen OP 3
Já em 2005, Joe Wright dirigiu a versão que a nossa geração conhece da adaptação roteirizada por Deborah Moggach e com a atuação de Keira Knightley (Franquia Piratas do Caribe) e Matthew MacFadyen.
Abaixo segue a ficha técnica, poster, fotos e a sinopse:
6868Diretor: Joe Wright
Elenco: Keira Knightley, Matthew MacFadyen, Brenda Blethyn, Donald Sutherland, Tom Holland, Rosamund Pike, Jena Malone, Judi Dench, Carey Mulligan.
Produção: Tim Bevan, Eric Fellner, Paul Webster
Roteiro: Deborah Moggach
Fotografia: Roman Osin
Trilha Sonora: Dario Marianelli
Duração: 127 min.
Ano: 2005
País: Reino Unido
Gênero: Drama
Cor: Colorido

Distribuidora: Não definida
Classificação: Livre

As cinco irmãs Bennet – incluindo Elizabeth (Keira Knightley), de fortes convicções, e a jovem Lydia (Jena Malone) – foram criadas pela mãe (Brenda Blethyn) tendo somente um propósito na vida: casar-se com um bom marido. Quando um rico solteiro compra uma mansão na vizinhança, as irmãs Bennet entram em polvorosa. Quando Elizabeth conhece o belo, porém esnobe, sr. Darcy (Matthew Macfadyen), começa uma engraçada batalha entre os dois.

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Confesso que eu ainda não li o livro (que está em minha lista de leituras para 2013), mas assisti ao filme e pude ter uma noção da profundidade do romance de Jane Austen. A maneira como Elizabeth encara a vida, com uma postura à frente de seu tempo é simplesmente empolgante. Assim que eu ler o livro, prometo fazer uma resenha detalhada de tudo o que achei da obra.E, como não poderia faltar, segue abaixo um resumo da biografia de Jane Austen, para aqueles que não a conhecem. O texto foi tirado do site AndroidPit, que disponibiliza um aplicativo com quotes dos livros da autora britânica para serem carregados no celular e compartilhados no Facebook ou Twitter. Bem legal né?

Jane Austen (16 de dezembro, 1775 – 18 de julho 1817) foi uma romancista britânica cujas obras de ficção romântica, situadas entre a aristocracia rural, valeu-lhe um lugar como um dos escritores mais lidos da literatura inglesa, seu realismo e sua pegada com comentários ao social cimentam sua importância histórica entre os estudiosos e críticos.
Austen viveu toda a sua vida como parte de uma família muito unida localizados nas franjas mais baixas da aristocracia rural inglesa. Ela foi educada principalmente por seu pai e irmãos mais velhos, bem como através de sua própria leitura. O apoio constante da família foi fundamental para o seu desenvolvimento como uma escritora profissional. Seu aprendizado artístico vem desde a sua adolescência até que ela tinha cerca de 35 anos de idade. Durante este período, ela experimentou várias formas literárias, incluindo o romance epistolar que ela tentou, em seguida abandonado, e escreveu extensivamente revisado e três grandes romances e começou um quarto.  De 1811 até 1816, com o lançamento de Sense and Sensibility ( 1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814) e Emma (1816), ela alcançou o sucesso como escritora publicada. Ela escreveu dois romances adicionais, Northanger Abbey e Persuasion, ambos publicados postumamente em 1818, e começou uma terceira, que acabou por ser intitulado Sanditon, mas morreu antes de concluí-la.
As obras de Austen são críticas dos romances de sensibilidade da segunda metade do século 18 e são parte da transição para o realismo do século 19. Seus enredos, embora fundamentalmente cômicos, destacam a dependência das mulheres em casamentos para garantir a posição social e segurança econômica.

Texto original (Em inglês): http://www.androidpit.com.br/pt/android/market/apps/app/com.hwealth.quotesjaneausten/Jane-Austen-Quotes-FREE

No Blog Jane Austen Brasil é possível ler um artigo com um resumo ótimo da obra Orgulho e Preconceito, além de ter links para download do livro em inglês por PDF ou arquivo de áudio. Nesse post é possível ver capas de algumas edições da obra.Outra dica legal para comemorar os 200 anos de Pride and Prejudice é o Tumblr Only Jane Austen, com quotes, Gifs, fotos e trechos dos livros!Para aqueles que querem aumentar a sua estante de livros, veja alguns sites onde você pode comprá-lo:

Para ler quotes de Jane Austen visite: Good Reads | Mundo feito por Dany | Citador
Sites pesquisados:
Quatro Notas

E algo mais...

BOOK GRAPHICS

A busy author's best friend

That's My Happy Place

“Li livro durante toda a minha vida. E, quando mais precisei lê-los, os livros me deram tudo o que pedi e mais."

everythingofnothing

tudo o que se cala, se transforma...

Camafeu da Lia

O Diário de Uma Águia Francesa

Fome de Leitura

Resenhas de livros, indicações e tudo para quem, assim como nós, adora devorar um livro!

Revista Marabá

Tudo o que envolve cinema e ações que incentivam o gosto pela sétima arte

Espartilho

Entendendo o universo feminino

Brunices

Livros, séries, filmes, música, e tudo o mais que a minha cabeça quiser e inventar :D

deixadenerdice

e vamos tomar uma cerva?

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