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Tá na net: Vídeo reúne lançamentos de 2013 e trailers de filmes de 2014

5 dez

A página da Editora Rocco publicou agora à tarde um link para um remix que está bombando no Youtube. Nele vemos várias cenas de trailers de filmes que estrearam em 2013 como Wolverine: Imortal, Meu Malvado Favorito, Círculo de Fogo, O Hobbit, Meu Namorado é um Zumbi, A Hospedeira, Em Chamas, Superman: O Homem de Aço, João e Maria, Cavaleiro Solitário, Bling Ring, Rush, Homem de Ferro 2, World War Z, e muitos, muitos, muitos outros. Além disso, há cenas de filmes que prometem lotar as salas em 2014, como A Menina que Roubava Livros.

E aí, quantos vocês filmes conseguem identificar nesse vídeo? Desses, quais vocês assistiram em 2013?

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Resenha: Jogos Vorazes – Em Chamas

15 nov

Finalmente o tão esperado dia chegou! E passou tão rápido… Mal assisti a um dos filmes mais esperados de 2013 e já estou na contagem regressiva para 2014! =P

Eu fui assistir nesse feriado da Proclamação da República ao segundo filme da adaptação da trilogia de Suzanne Collins, Jogos Vorazes – Em Chamas (The Hunger Games – Catching Fire). Abaixo segue a ficha técnica do longa e depois a minha opinião sobre o filme.

  • FICHA TÉCNICA

Nome Original: The Hunger Games – Catching Fire
Nome no Brasil: Jogos Vorazes – Em Chamas
Lançamento: 15 de Novembro de 2014
Direção: Francis Lawrence
Prodora Executiva: Suzanne Collins
Produção: Lionsgate
Autora da obra original: Suzannne Collins
Roteiro: Simon Beaufoy, Michal Arndt e Suzanne Collins
Distribuidor (brasileiro): Paris Filmes
Elenco: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Jena Malone, Woody Harrelson, Stanley Tucci, Donald Sutherland
Duração: 2h26min

 

MINHA OPINIÃO:

Assistir adaptações cinematográficas de histórias pelas quais você cai de amores é algo complicado. Isso porque nunca tudo vai ficar exatamente da maneira como você imaginou e, se as produtoras forem sempre tentar atender ao que cada leitor imaginou para suas sagas preferidas, acabaria virando uma salada cinematográfica! rsrsrs
Mas, uma coisa é certa e perceptível ao se observar com atenção: As produtoras estão se preocupando cada vez mais em manter o máximo de fidelidade à obra original.
E é o que eu percebi com o segundo filme da franquia Jogos Vorazes. Diante do estrondoso sucesso que os livros fizeram com o público  jovem em todo o mundo, alavancando o gênero de distopias entre os Young Adults que se afeiçoaram com esse tipo de narrativa, em Em Chamas pude perceber uma preocupação constante de manter o máximo de fidelidade à obra original, mas, ao mesmo tempo dando espaço para que os atores que compõem o elenco (e que elenco, hein!!!!) deem seus toques pessoais às características dos personagens.
Três cenas destacam isso: 1) Durante o jantar no palácio presidencial, podemos sentir Elizabeth Banks recriando em cima da personagem, com falas extras à história original #ThisIsMahoganny, mas também com uma postura que nitidamente expressa um quê de criação da própria atriz para a composição da personagem (que, diga-se de passagem, me fez rir e chorar em muitos momentos! #TeamEffie); 2) Na cena em que a Johanna Mason, personagem de Jena Malone, arranca a roupa e fica nua no elevador com Katniss, Peeta e Haymitch, há a expressividade cômica tão característica de Jennifer Lawrence, assim como na cena em que um tributo vencedor que é tutor rouba um beijo dela e achei isso bem interessante de se ver, porque quem leu sabe que Katniss até tenta fazer piada e ser mais engraçada, mas no final nunca consegue e sempre acaba mais com um tom de ironia do que de diversão e foi interessante mesmo de ver esse acréscimo à personagem-protagonista; 3) Não é uma cena específica, mas o conjunto de cenas em que o Presidente Snow, interpretado por Donald Sutherland, aparece porque lembrei de outros filmes em que o ator tem a mania de fazer carões sérios para as câmeras, erguendo um pouco o queixo ou posicionando apenas um lado do rosto, o que foi muitíssimo interessante de se adicionar às características já sombrias e crueis de seu personagem neste filme.
E falando em Jena Malone, adorei terem acrescentado muito mais deboche e revolta contra Snow no roteiro do que havia no livro! Ri muito com ela falando palavrões ao vivo (#TroféuHomemDoPi) na última entrevista antes do Quarter Quell.
Outra coisa que me chamou bastante a atenção foi a evolução dos efeitos especiais do primeiro filme para esse. Há sim uma economia de sangue nas cenas mais brutais, conforme críticos de sites como o G1 observaram. Isso me irritou bastante no primeiro filme, mas ao assistir Em Chamas, percebi que foi preciso diminuir o fluxo de sangue a ser exposto, deixando de fidelizar um pouco as cenas em que isso ocorre no livro, por causa da classificação livre. Eu assisti na rede Cinemark no horário das 18 horas (infelizmente dublado… #xatiada) e tinha muitos (muitos mesmo!) adolescentes que não chegavam nem aos 14 anos. Claro que seria muito bom ver sangue já que, para mim, esse é o melhor livro da trilogia, mas isso foi um corte compreensível.
E, claro, há as pequenas adaptações de roteiro que, embora fujam um pouco da história original, também são compreensíveis quando observamos a adaptação num todo já que era preciso otimizar o tempo e dar dinâmica à história, sem perder o foco. Por isso a cena com as fugitivas do Distrito Oito foi cortada. Não vou dar detalhes para não estragar para aqueles que ainda não assistiram, mas, na minha opinião, podem ficar tranquilos, porque as adaptações de roteiro não alteraram o fluxo narrativo criado pela tia Collins! 😉
De uma forma geral, acredito que o filme possa ser dividido em três partes:
1ª parte – Narra o tour dos vitoriosos com o objetivo de mostrar o impacto da imagem da Katniss nos distritos
2ª parte – Trata da evolução sentimental que a protagonista sofre quando ela deixa de se preocupar apenas com as pessoas que estão perto dela e passa a pensar de uma maneira mais geral (ainda não totalmente generalizada como ocorre no último livro), quando ela decide entrar no jogo proposto por Snow para minimizar as consequências nas vidas dos outros por suas escolhas
3ª parte – É a melhor de todas, porque é quando toda a ação acontece!
As cenas da arena são muito intensas e emocionantes e, para mim, não poderiam ter escolhido atriz melhor que a Jennifer Lawrence para dar vida a uma personagem tão complexa como Katniss. Isso porque uma das pequenas adaptações no roteiro já acontece logo no início do filme, onde vemos as consequências que essas experiências nas arenas causam no psicológico de Katniss. E JLaw interpretou isso e as cenas de ação e as cenas de drama com uma maestria digna de Oscar! (Sim, outro! Mas dessa vez cuidado com o Dior, Jenni! rsrsrsrs).
Para terminar, claro, há o gancho para o próximo filme. E essas cenas finais me agradaram muito porque foram melhores do que eu imaginei para a adaptação. A famosa frase final de Gale, interpretado por Liam Hemsworth, recebe como complemento mais um gostinho para o público do quanto a personagem Katniss Everdeen mexe com nossas emoções, tanto por sua força como por suas fraquezas e as reações que a combinação de ambas características.
Sou suspeita de falar, já que amo tanto essa história, mas para mim apenas uma palavra define esse filme: PERFEIÇÃO!
Apenas a trilha sonora não me agradou muito, porque eu esperava mais, mas numa análise geral, o roteiro, a fotografia, os efeitos especiais, as locações, os cenários… tudo ficou incrível.
Repito que é impossível fazer uma adaptação cem por cento fidedigna à obra escrita e, muito menos, uma que siga exatamente o que cada leitor imaginou (afinal, cada um imagina a história de um jeito, à sua maneira), mas Francis Lawrence e a Lionsgate recebem meus parabéns porque realizaram alterações que apenas somaram à história original.
Então sim, Em Chamas é perfeito. Sim, eu super recomendo a todos que se interessam por filmes que tratam de críticas políticas e sociais (ou como acontece na trilogia, uma crítica forte ao entretenimento que massifica a sociedade com o objetivo de obter controle absoluto da população), ou simplesmente àqueles que estiverem curiosos por essa saga que está gerando tanto burburinho. E sim, JÁ INICIEI MINHA CONTAGEM REGRESSIVA PARA 2014 E A ESPERANÇA PARTE 1!

(Para quem estava curioso, NÃO, não é exibido o trailer de Divergente, a saga que estreia nos cinemas em março de 2014 e que, para mim, não vem competir com Jogos Vorazes e sim somar ao gênero de distopias que ganha cada vez mais público a cada nova publicação lançada!) 😉

Vou listar a seguir as minhas cinco cenas favoritas:

1) O vestido se transformando em Mockingjay
2) Katniss atirando contra a cúpula da arena antes de ser resgatada
3) Gale sendo cuidado por ela depois de ser chicoteado e, depois, a despedida deles antes de ela seguir para a Colheita do Quarter Quell
4) Os jabberjays atormentando Katniss e Finnick na arena
5) As cenas do centro de treinamento, em especial a interação de Katniss com os tributos considerados mais fracos por todos

Resenha: World War Z

3 jul

Estou com um monte de resenha acumulada de filmes e livros para postar aqui desses dias que fiquei sem meu note, então vamos logo ao que interessa: Brad Pitt!

Eu não me lembro qual filme eu fui assistir no começo do ano (isso que dá bater cartão no cinema!) e, um dos trailers era sobre o World War Z. Na hora eu disse: Eu quero, eu vou, já estou comprando meu ingresso pra assistir!

E não me decepcionei!

Confira abaixo a sinopse, ficha técnica, trailer e em seguida a minha análise sobre tudo o que assisti.

Sinopse:

Uma terrível e misteriosa doença se espalha pelo mundo, transformando as pessoas em uma espécie de zumbis. A velocidade do contágio é impressionante e logo o Governo americano recruta um ex-investigador da ONU (Organização das Nações Unidas) para investigar o que pode estar acontecendo e assim salvar a humanidade, tendo em vista que as previsões são as mais catastróficas possíveis. Gerry Lane (Brad Pitt) tinha optado por dedicar mais tempo a sua esposa Karen (Mireille Enos) e as filhas, mas seu amor a pátria e o desejo de salvar sua família acabam contribuindo para que ele tope a missão. Agora, ele precisa percorrer o caminho inverso da contaminação para tentar entender as causas ou, ao menos, indentificar uma maneira de conter o contágio até que se descubra uma cura antes do  apocalipse. Começa uma verdadeira corrida contra o tempo, que mostra-se cada vez mais curto, na medida que a população de humanos não para de diminuir.

Trailer:

Ficha Técnica:

Lançamento (Brasil): 28 de Junho de 2013
Gênero: Ação/Terror/Ficção Científica
Direção: Marc Forster
Autor da obra original: Max Brooks
Roteiristas: Matthew Michael Carnahan, J. Michael Straczynski, Drew Goddard, Damon Lindelof,  Max Brooks
Produção: Graham King, Brad Pitt
Elenco: Brad Pitt, Mireille Enos, Elyes Gebel, James Badge Dale, David Morse, Matthew Fox, Moritz Bleibtreu

Minha Opinião:

O filme, inspirado na obra literária homônima de Max Brooks, começa com uma sequência de cenas de noticiário ficcionais e também factuais. Isso nos faz pensar o quão próximos daquela realidade poderíamos estar, já que, como fica comprovado depois ao longo do filme, qualquer coisa poderia ter iniciado o surto infeccioso que originou o que eles chamam de zumbis ou Zacs.
Em seguida vem alguns breves momentos de paz, que nos situa na relação que o personagem de Brad Pitt, Gerry Lane, tem com sua família e já nos introduz em suas habilidades como ex-investigador da ONU.
A história tem traços óbvios já conhecidos do público: um vírus que ninguém sabe de onde surgiu, infecta pessoas, essas pessoas se transformam em um ser brutalmente irracional e carnívoro e, por meio da mordida, os zumbis acabam virando uma pandemia mundial.
As cenas que mostram todo esse processo são eletrizantes e meu único arrependimento foi não ter assistido em 3D. Isso porque, mesmo na exibição normal em alta qualidade já dei bons pulos na cadeira! É impossível não se sentir dentro da cena, correndo e lutando pela sobrevivência junto com os personagens!
Quando a situação da família do ex-agente Gerry Lane (Brad Pitt) está mais tranquila, ele recebe uma missão: ir com um infectologista até a Coréia do Sul investigar a origem da primeira mensagem com a menção de Zumbis antes do caos ter dominado o planeta. Mas, há um porém: se ele se recusar a aceitar a missão, sua família terá de sair do navio onde estão abrigados e voltar para o continente para dar espaço às pessoas que realmente podem ajudar a retomar o controle da situação.
Diante do impasse, é claro que ele aceita, porque afinal, era só acompanhar o cientista, fazendo a segurança dele, certo? Errado!
Muita coisa acontece na Coréia e Gerry Lane se vê obrigado a descobrir por si mesmo o que está acontecendo e como parar essa infestação. E é aí que a ação realmente acontece!
As cenas aéreas das cidades em caos, mas principalmente a fotografia de Israel são impecáveis e com uma matiz de cor muito interessante. Reparei que o filme varia entre tons escuros e tons avermelhados e, mesmo nas cenas mais iluminadas, tem sempre um ponto sombrio como uma lâmpada piscando ou um corredor apagado.
Não consegui prestar atenção na trilha sonora (tinha um moleque do meu lado que comentava tudo o tempo inteiro e tirou totalmente minha concentração!), mas uma coisa que merece ser muito bem destacada é a caracterização. Durante as cenas de ação é um detalhe que passa despercebido, já que é tudo muito intenso, muito rápido e tudo o que você quer ver é o personagem conseguindo se safar ileso! rsrsrsrsrsrs Mas nas cenas no laboratório da OMS na Escócia, em dois casos, conseguimos ver de muito perto os detalhes da maquiagem dos zumbis. E é muito impressionante porque os figurantes interagem com os elementos da maquiagem que ajuda a compor o personagem! É nojento, mas é muito engraçado também!
Quanto à desenvoltura de Brad Pitt, preciso ressaltar que foi melhor do que eu esperava. Não é comum vermos filmes dele constantemente e, quando ele escolhe um roteiro para atuar, sempre é porque o personagem tem algo para trazer. Isso ficou claro em filmes como Benjamin Button e aconteceu com World War Z. E uma coisa que eu reparei tanto nele, como na sua esposa, Angelina Jolie, é que eles gostam de trazer elementos de sua vida pessoal para seus filmes. Gostos, lugares ou situações que eles gostam de vivenciar. Nesse caso, além da fala dele no final que traz uma reflexão um tanto pessoal sobre a crise mundial, há também a presença da valorização da família, seja por laços biológicos ou não. Eu achei que isso foi muito interessante de se trazer nesse filme porque ressalta a importância da união na natureza humana porque, apesar de não ser comprovado o que originou os zumbis, acabamos percebendo que tudo o que acontece é por causa da natureza voraz e destrutiva do ser humano. É uma reflexão para lá de profunda para um filme de ação sobre zumbis!
Bem, eu cheguei à conclusão que eu fiquei curiosa para ler o livro para entender melhor a composição da história, mas acho que esse vai ser um daqueles raríssimos casos que o filme conseguiu ser melhor que o livro. =)

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Uma das capas do livro homônimo ao filme

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Mais uma capa de uma edição especial de Max Brooks

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O livro de Max Brooks e a obra “O guia de sobrevivência Zumbi” (tradução livre).

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Sites pesquisados:

Adoro Cinema

Revista Quem

Imdb

World War Z Movie (Site Oficial)

Omelete

Max Brooks (Site Oficial)

Em Cartaz: Depois da Terra

13 jun

Foi lançado no dia 7 o novo filme de Will Smith, Depois da Terra (After Earth), do diretor M. Night Shyamalan (“O Sexto Sentido”).

A história se passa em um futuro distante em uma Terra hostil onde, devido a uma chuva de asteroides que derrubou suas naves, o comandante Cypher (Will Smith) e seu filho Kitai Raige (Jaden Smith) precisarão não apenas sobreviver como também aprender a conviver após anos de negligência que afetou a relação de pai e filho.

Eu ainda não pude ir assistir, mas segue abaixo a sinopse e alguns links de críticas sobre o longa.

Sinopse:

Há cerca de mil anos, a Terra se tornou um lugar hostil e forçou os humanos a se abrigarem no planeta Nova Prime, morando em naves espaciais.
Depois de uma missão, o general Cypher Raige (Will Smith) retorna à sua família e ao filho de treze anos de idade, Kitai (Jaden Smith). Mas pouco tempo após seu retorno, uma chuva de asteroides faz com que a nave onde moram caia na Terra.
Com Cypher correndo risco de vida, o jovem adolescente deverá aprender sozinho a domar este planeta encontrando água, comida e cuidando de seu pai.

Ficha Técnica:

Título Original: After Earth
Gênero: Ficção Científica
Distribuidora: Sony Pictures
Roteiro: Garry Whitta e M. Night Shyamalan
Produção: M. Night Shyamalan
Direção: M. Night Shyamalan
Fotografia: Peter Suschitzky
Elenco: Will Smith, Jaden Smith, Zoë Kravitz, David Denman

Crítica da Revista Veja | Crítica do Canal Nerd

 

 

  • ATUALIZAÇÃO – 17/06 às 2:52 a.m.

Confira no link abaixo a entrevista completa dos atores Will Smith e Jaden Smith transmitida nesse domingo do Fantástico, para a Rede Globo:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/06/minha-infancia-e-na-industria-do-entretenimento-diz-filho-de-will-smith.html

Em Cartaz: Homem de Ferro 3

26 abr

Lançado em HQ em 1963 pela Marvel Comics, o Homem de Ferro volta às telonas nesse 26 de Abril de 2013 no terceiro filme dedicado ao herói mais polêmico de todos. Estou ansiosíssima para assistir e tem que ser na telona do cinema!!!

 

Confira a Sinopse:

Desde o ataque dos chitauri a Nova York, Tony Stark (Robert Downey Jr.) vem enfrentando dificuldades para dormir e, quando consegue, tem terríveis pesadelos. Ele teme não conseguir proteger sua namorada Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) dos vários inimigos que passou a ter após vestir a armadura do Homem de Ferro. Um deles, o Mandarim (Ben Kingsley), decide atacá-lo com força total, destruindo sua mansão e capturando Pepper. Para enfrentá-lo Stark precisará ressurgir do fundo do mar, para onde foi levado junto com os destroços da mansão, e superar seu maior medo: o de fracassar.

O Claquete de Papel disponibiliza para vocês os dois Trailers lançados (um legendado e o outro dublado), além da matéria especial feita pelo Omelete e algumas críticas, como a que foi publicada pela Reuters, Rolling Stone Brasil e a Veja.

 

 

 

O que diz o Omelete: Em homenagem à estreia de Homem de Ferro 3 no Brasil (Na Holanda e Noruega a estreia aconteceu dia 24), o site postou vídeos com entrevistas ao elenco e dois vídeos com cinco perguntas sobre o enredo desse filme, um vídeo com spoilers e outro sem. Além disso, há links para matérias já publicadas no site sobre as curiosidades dos HQs do Homem de Ferro! Para ler a matéria completa, clique aqui.

O que diz a Reuters: A agência de notícias já teve acesso ao filme e criticou o trabalho do cineasta responsável por Homem de Ferro 3, Shane Black (Máquina Mortífera; Beijos e Tiros), dizendo que ele fez uma transição acidentada à fantasia de ação. Para ler a crítica completa, clique aqui.

O que diz a Rolling Stone Brasil: O destaque é para o personagem Tony Stark que, segundo a publicação, deveria ser o nome o terceiro filme da franquia já que o lado humano é mais valorizado que o lado “herói” como é mostrado nos outros longas. Leia a crítica completa aqui.

O que diz a Veja: No vídeo, a especialista da revista diz que se divertiu mais do que esperava ao assistir a performance de Robert Downey Jr. nessa nova fase de Tony Stark em Homem de Ferro 3, mas acredita que o ator quis mostrar mais a sua cara que a cara do Homem de Ferro. Assista à critica aqui.

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Confira alguns horários e salas:

Cinemark | Moviecom | Cinemais | Cinepolis | Kinoplex | Playarte

Resenha: A Hospedeira O Filme

10 abr

Como muitos sabem, Stephennie Meyer – autora da Saga Crepúsculo – lançou um romance de ficção científica chamado The Host (A Hospedeira) em maio de 2008.

Ainda não leu o livro? Acesse esse link e baixe o e-book grátis!

https://docs.google.com/file/d/0BynnlOSXnXqqZDlTVDVRTGE0Ums/edit

Eu confesso que não gostei muito do livro. Participo de um grupo no Facebook que discute tudo sobre livros e filmes e, na época que eu terminei de ler pela primeira vez, eu expliquei o quanto achei falha a escrita de Meyer em A Hospedeira. Abaixo segue o que eu publiquei neste mesmo grupo após assistir ao filme no cinema.

Não sei se todas já foram assistir ao filme, mas prometi para algumas que comentaria o que achei. Como discutimos anteriormente – e vocês podem caçar esse tópico para checar -, eu afirmei que não gostei do livro. Eu esperava mais da Meyer em um assunto que poderia ser tão bem trabalhado como a ficção científica, já que você tem uma liberdade maior para criar. Mas o filme justamente acertou por ter criado tudo o que Meyer falhou no livro, complementou o que era fraco e aperfeiçoou o que era bom.
Não sei se vão lembrar, mas, após ler o livro, eu torcia pelo Ian.
Eu estava com um pé atrás quanto ao elenco escolhido porque a Melanie que eu imaginei pela descrição de Meyer tinha um físico mais forte que o de Saoirse Ronan, que deu vida à personagem nas telas – e cooooomo! Já quanto ao Jared, eu o tinha imaginado mais velho do que Max Irons, mas me surpreendi com a jovialidade ( leia-se subliminarmente: sex appeal!! *0*) e ao mesmo tempo maturidade que ele trouxe ao personagem. E quanto ao Ian, quando eu soube que Jake Abel o interpretaria, fiquei com receio de enxergá-lo com as feições do filho de Hermes, de Percy Jackson.

Mas me surpreendi mesmo.

Voltando um pouco: minha preferência pelo Ian no livro. Nas telas, Saoirse interpretou com tamanha maestria o conflito entre Melanie e Peg que você se pega em conflito junto com ela. Eu não senti nada disso quando eu li o livro, porque eu sentia que Mel estava lutando por Jared e Peg vivenciava esse sentimento por estar partilhando o mesmo corpo e as mesmas emoções. Na tela, essa dualidade fica muito mais complexa, mas ao mesmo tempo muito mais intensa e nítida ao público.

É algo simplesmente impressionante! 

A maneira como Melanie é intensa dentro de Peg e ao mesmo tempo o quanto a personalidade de Peg fica tão ressaltada desde o momento em que ela entra no corpo de Mel…
Acho que o trabalho de Andrew Niccol em roteirizar e dirigir A Hospedeira foi impressionante justamente por ter aparado as arestas que eu achei que Meyer poderia ter trabalhado melhor. E ele fez isso com maestria.

Olha, dou o braço a torcer: ME SURPREENDI!

Do início ao fim, mesmo nas cenas que eu achei que já sabia de cor – já que eu li A Hospedeira duas vezes -, acabei me surpreendendo. Essa é a definição que eu tenho para o filme.
Não vou contar quais, mas Andrew Niccol chegou até a mudar certos detalhes descritos por Meyer e que, na minha opinião, serviram apenas para tornar o filme mais jovial, mais perto da proposta de enredo, mais atraente e ao mesmo tempo mais emocionante e surpreendente.
Enfim, essa é a análise que eu fiz do filme. Como eu disse, eu não tinha gostado do livro, mas reconheço que o filme ficou surpreendente. Aquelas que gostaram do livro, acredito que vão gostar do filme. Eu decidi ir assistir de última hora porque, embora eu esteja trabalhando, a mulher até agora não me pagou, mas minha mãe insistiu para eu ir por eu ter ficado a semana inteira de molho por causa da gripe e estressada por causa desse lance do trampo… No final decidi ir, mesmo com o dinheiro contadinho, e valeu a pena!

Ou quase… Se eu não fosse a única na sessão das 16h20 que não estava acompanhando a filha de doze anos com o grupinho de coleguinhas, eu teria conseguido me concentrar melhor e teria absorvido ainda mais detalhes do filme para passar para vocês. É sério gente, até pega-pega dentro da sala duas garotinhas brincaram quando voltaram do banheiro!!! ¬¬’ Me deu vontade de ir jogar meu copo de cola cola na cabeça da mãe que, COM CERTEZA, deveria estar no 15º sono nessa hora pra não ver uma coisa dessas!!! #Táparei kkkkkkkkkkk

Como eu disse, para quem gostou do livro acredito que vá gostar do filme também. Eu, mais uma vez, confesso que me surpreendi com a qualidade do filme e credito isso ao trabalho de roteirização de Andrew Niccol, que também dirigiu o longa.

Portanto, se você é fã da autora da Saga Crepúsculo ou gosta de Ficção Científica, vale a pena assistir A Hospedeira porque é ação e emoção do começo ao fim!

Assista ao trailer:

 

  • Ficha técnica:

Diretor: Andrew Niccol
Elenco: Diane Kruger, Saoirse Ronan, Frances Fisher, Max Irons, Jake Abel, William Hurt, Boyd Holbrook, Chandler Canterbury, Scott Lawrence, Raeden Greer, Marcus Lyle Brown, Shawn Carter Peterson, Mustafa Harris, Stephen Rider, David House, Phil Austin, Jaylen Moore, Tatanka Means, Evan Cleaver, Robert Douthat, Gustavo I. Ortiz, Alexander Roessner
Produção: Stephenie Meyer, Paula Mae Schwartz, Steve Schwartz
Roteiro: Andrew Niccol
Fotografia: Roberto Schaefer
Duração: 125 min.
Ano: 2013
País: EUA
Gênero: Terror
Cor: Colorido
Distribuidora: Imagem Filmes
Estúdio: Chockstone Pictures / Inferno Entertainment
Classificação: 12 anos

Quatro Notas

E algo mais...

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A busy author's best friend

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“Li livro durante toda a minha vida. E, quando mais precisei lê-los, os livros me deram tudo o que pedi e mais."

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