Resenha: World War Z

3 jul

Estou com um monte de resenha acumulada de filmes e livros para postar aqui desses dias que fiquei sem meu note, então vamos logo ao que interessa: Brad Pitt!

Eu não me lembro qual filme eu fui assistir no começo do ano (isso que dá bater cartão no cinema!) e, um dos trailers era sobre o World War Z. Na hora eu disse: Eu quero, eu vou, já estou comprando meu ingresso pra assistir!

E não me decepcionei!

Confira abaixo a sinopse, ficha técnica, trailer e em seguida a minha análise sobre tudo o que assisti.

Sinopse:

Uma terrível e misteriosa doença se espalha pelo mundo, transformando as pessoas em uma espécie de zumbis. A velocidade do contágio é impressionante e logo o Governo americano recruta um ex-investigador da ONU (Organização das Nações Unidas) para investigar o que pode estar acontecendo e assim salvar a humanidade, tendo em vista que as previsões são as mais catastróficas possíveis. Gerry Lane (Brad Pitt) tinha optado por dedicar mais tempo a sua esposa Karen (Mireille Enos) e as filhas, mas seu amor a pátria e o desejo de salvar sua família acabam contribuindo para que ele tope a missão. Agora, ele precisa percorrer o caminho inverso da contaminação para tentar entender as causas ou, ao menos, indentificar uma maneira de conter o contágio até que se descubra uma cura antes do  apocalipse. Começa uma verdadeira corrida contra o tempo, que mostra-se cada vez mais curto, na medida que a população de humanos não para de diminuir.

Trailer:

Ficha Técnica:

Lançamento (Brasil): 28 de Junho de 2013
Gênero: Ação/Terror/Ficção Científica
Direção: Marc Forster
Autor da obra original: Max Brooks
Roteiristas: Matthew Michael Carnahan, J. Michael Straczynski, Drew Goddard, Damon Lindelof,  Max Brooks
Produção: Graham King, Brad Pitt
Elenco: Brad Pitt, Mireille Enos, Elyes Gebel, James Badge Dale, David Morse, Matthew Fox, Moritz Bleibtreu

Minha Opinião:

O filme, inspirado na obra literária homônima de Max Brooks, começa com uma sequência de cenas de noticiário ficcionais e também factuais. Isso nos faz pensar o quão próximos daquela realidade poderíamos estar, já que, como fica comprovado depois ao longo do filme, qualquer coisa poderia ter iniciado o surto infeccioso que originou o que eles chamam de zumbis ou Zacs.
Em seguida vem alguns breves momentos de paz, que nos situa na relação que o personagem de Brad Pitt, Gerry Lane, tem com sua família e já nos introduz em suas habilidades como ex-investigador da ONU.
A história tem traços óbvios já conhecidos do público: um vírus que ninguém sabe de onde surgiu, infecta pessoas, essas pessoas se transformam em um ser brutalmente irracional e carnívoro e, por meio da mordida, os zumbis acabam virando uma pandemia mundial.
As cenas que mostram todo esse processo são eletrizantes e meu único arrependimento foi não ter assistido em 3D. Isso porque, mesmo na exibição normal em alta qualidade já dei bons pulos na cadeira! É impossível não se sentir dentro da cena, correndo e lutando pela sobrevivência junto com os personagens!
Quando a situação da família do ex-agente Gerry Lane (Brad Pitt) está mais tranquila, ele recebe uma missão: ir com um infectologista até a Coréia do Sul investigar a origem da primeira mensagem com a menção de Zumbis antes do caos ter dominado o planeta. Mas, há um porém: se ele se recusar a aceitar a missão, sua família terá de sair do navio onde estão abrigados e voltar para o continente para dar espaço às pessoas que realmente podem ajudar a retomar o controle da situação.
Diante do impasse, é claro que ele aceita, porque afinal, era só acompanhar o cientista, fazendo a segurança dele, certo? Errado!
Muita coisa acontece na Coréia e Gerry Lane se vê obrigado a descobrir por si mesmo o que está acontecendo e como parar essa infestação. E é aí que a ação realmente acontece!
As cenas aéreas das cidades em caos, mas principalmente a fotografia de Israel são impecáveis e com uma matiz de cor muito interessante. Reparei que o filme varia entre tons escuros e tons avermelhados e, mesmo nas cenas mais iluminadas, tem sempre um ponto sombrio como uma lâmpada piscando ou um corredor apagado.
Não consegui prestar atenção na trilha sonora (tinha um moleque do meu lado que comentava tudo o tempo inteiro e tirou totalmente minha concentração!), mas uma coisa que merece ser muito bem destacada é a caracterização. Durante as cenas de ação é um detalhe que passa despercebido, já que é tudo muito intenso, muito rápido e tudo o que você quer ver é o personagem conseguindo se safar ileso! rsrsrsrsrsrs Mas nas cenas no laboratório da OMS na Escócia, em dois casos, conseguimos ver de muito perto os detalhes da maquiagem dos zumbis. E é muito impressionante porque os figurantes interagem com os elementos da maquiagem que ajuda a compor o personagem! É nojento, mas é muito engraçado também!
Quanto à desenvoltura de Brad Pitt, preciso ressaltar que foi melhor do que eu esperava. Não é comum vermos filmes dele constantemente e, quando ele escolhe um roteiro para atuar, sempre é porque o personagem tem algo para trazer. Isso ficou claro em filmes como Benjamin Button e aconteceu com World War Z. E uma coisa que eu reparei tanto nele, como na sua esposa, Angelina Jolie, é que eles gostam de trazer elementos de sua vida pessoal para seus filmes. Gostos, lugares ou situações que eles gostam de vivenciar. Nesse caso, além da fala dele no final que traz uma reflexão um tanto pessoal sobre a crise mundial, há também a presença da valorização da família, seja por laços biológicos ou não. Eu achei que isso foi muito interessante de se trazer nesse filme porque ressalta a importância da união na natureza humana porque, apesar de não ser comprovado o que originou os zumbis, acabamos percebendo que tudo o que acontece é por causa da natureza voraz e destrutiva do ser humano. É uma reflexão para lá de profunda para um filme de ação sobre zumbis!
Bem, eu cheguei à conclusão que eu fiquei curiosa para ler o livro para entender melhor a composição da história, mas acho que esse vai ser um daqueles raríssimos casos que o filme conseguiu ser melhor que o livro. =)

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Uma das capas do livro homônimo ao filme

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Mais uma capa de uma edição especial de Max Brooks

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O livro de Max Brooks e a obra “O guia de sobrevivência Zumbi” (tradução livre).

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Sites pesquisados:

Adoro Cinema

Revista Quem

Imdb

World War Z Movie (Site Oficial)

Omelete

Max Brooks (Site Oficial)

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