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Notícias: Para encarnar personagem, Shailene Woodley doará cabelo para crianças com câncer

16 ago Premiere Of Columbia Pictures' "The Ides Of March" - Arrivals

Como sabemos, a atriz Shailene Woodley (Os Descendentes, Trilogia Divergente), interpretará Hazel Grace na adaptação de “A Culpa é das Estrelas”, produção cinematográfica baseada no livro homônimo de John Green.

Na história, a adolescente Hazel passa por um tratamento contra um câncer na garganta com metástase nos pulmões e se apaixona por Augustus Waters, um rapaz que conhece no grupo de apoio e com quem vive lições de vida no pouco tempo que lhes resta e que muitas pessoas jamais aprenderão em seus longos anos de existência.

E foi John Green que anunciou a decisão da atriz Shailene de cortar suas longas madeixas e doá-las para o Children With Hair Loss, uma organização que fornece perucas naturais para crianças que sofrem com o tratamento contra o câncer. A notícia foi divulgada no site brasileiro Omelete e compartilhada na rede social da editora Intrínseca, responsável pela publicação da obra de John Green no Brasil.

O roteiro da adaptação é assinado por Scott Neustadter e Michael H. Weber e o filme será dirigido por Josh Boone. O autor John Green afirmou que a decisão de doar o cabelo veio da atriz e não dos estúdios.

É ou não um tapa na cara de umas atrizes brasileiras que ficaram de frescura diante da possibilidade de cortar o cabelo para interpretar o mesmo drama nas telas?????

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Para quem não conhece a história dessa obra de sucesso de John Green, leia a resenha de A Culpa é das Estrelas feita pelo Claquete de Papel.

 

Fontes:
Omelete
Fanpage Editora Intrínseca

Resenha: A Culpa é das Estrelas [John Green]

30 jul a_culpa_eh_das_estrelas221

Hey peps!

Finalmente trago a vocês a resenha desse livro que virou febre no público infanto-juvenil! Há tempos eu estava morrendo de vontade de ler, mas pelo o que me diziam e pelo o que li de resenhas na internet me determinei a não ler a versão digital. Isso porque eu acredito que existem livros que merecem ser lidos em sua forma física como complemento à emoção contida na história. E, por mais angustiante que foi resistir à tentação de ler o PDF que baixei, consegui esperar pelo meu mais novo xodó: A Culpa é das Estrelas! Leia a resenha e entenda o sucesso por trás dessa obra Sick-Lit tão cativante!

Ficha Técnica:

A Culpa é das Estrelas, capa 2
Autor - John Green
Editora - Intrínseca
Gênero - Literatura Estrangeira, Romance, Drama
Ano - 2012
Páginas - 288

Sinopse:

Os adolescentes Hazel e Gus gostariam de ter uma vida normal. Alguns diriam que não nasceram com estrela, que o mundo deles é injusto. Os dois são novinhos, mas se o câncer do qual padecem ensinou alguma coisa, é que não há tempo para lamentações, pois, se aceitamos ou não, só existe o hoje e o agora. E assim, com a intenção de realizar o maior desejo de Hazel – conhecer seu escritor favorito – ambos cruzarão o Atlântico para uma aventura contra o tempo, tão catártico quanto devastador. Destino: Amsterdam, o lugar onde reside o enigmático e mal-humorado escritor – a única pessoa que talvez possa ajudar-lhes a encaixar as peças do enorme quebra-cabeça onde se encontram.

Minha Opinião:

Muito tem se falado da Sick-lit (Literatura de Doença), pela grande adesão do conteúdo desse tipo de história no público de jovens leitores, antes tão acostumados a romances de vampiros e fantasias com bruxos. John Green conquistou destaque no gênero com A Culpa é das Estrelas por falar de doenças como o câncer sem subestimar o adolescente – tanto os personagens como os leitores -, levantando questões sobre a vida, a morte, a sociedade e os relacionamentos (amorosos e familiares) que cercam o universo que compõe esse tipo de literatura.
Durante a leitura, precisei fazer uma pausa no capítulo 15. Ao contrário de tantas pessoas com as quais conversei a respeito do livro antes de lê-lo, não caí em prantos pela emoção da história. Chorei, mas foi mais por causa da maneira como as questões levantadas por John Green mexeram comigo do que pela emoção da história em si.
A personagem Hazel Grace é uma adolescente que aprendeu a ser madura muito cedo por causa de sua doença (Câncer de Tireoide com metástase nos pulmões), mas John Green a descreve de uma maneira divertida, uma garota comum, muito inteligente e sagaz, um tanto irônica ás vezes, e que possui uma pitada de inocência que ela utiliza nos momentos mais oportunos, criando situações que ela nomeia como “Privilégios do Câncer”.
O seu gosto pelos livros é um ponto que chama muito a atenção na obra não apenas porque é o fio condutor do relacionamento dela com Augustus Waters, mas também porque eu compreendi como um reflexo da juventude atual. Embora o Brasil ainda seja fraco em leitura na comparação com outros países do mundo, John Green quis mostrar o crescente interesse dos jovens pelos livros e o quanto isso influi na maneira com que esses jovens acabam enfrentando os problemas de seu cotidiano.
Na história, essa paixão por livros é um dos fatores que juntou Hazel e Augustus, conduzindo-os por uma relação que, para nós até parece rápida, mas, como fica marcado no final da leitura: “Alguns infinitos são maiores do que outros.”
A busca da Hazel por respostas às lacunas deixadas no seu livro favorito “Uma aflição imperial”, faz com que apareçam desafios na sua condição física e sentimental que precisam ser superados. Para mim, essa ansiedade dela em querer saber o que acontece com os personagens de seu livro favorito reflete o desejo dela em saber o que acontecerá com todos que a rodeiam depois que ela morrer, deixando a mesma lacuna, a mesma frase interrompida que tanto a intrigou. E, graças aos  “privilégios do câncer”, por meio de Augustus, Hazel Grace conhece o autor do seu livro favorito, Peter Van Houten – embora isso não lhe traga as respostas que procurava imediatamente.
Ao mergulhar nessa empreitada com Hazel, Augustus acaba conquistando o seu coração com sua personalidade forte, jeito de adolescente sedutor, suas metáforas e seu altruísmo.

- O que foi? – perguntei
- Nada. – Ele respondeu.
- Por que você está olhando para mim desse jeito?
Ele deu um sorrisinho.
- Por que você é bonita. Eu gosto de olhar para pessoas bonitas e faz algum tempo que resolvi não me negar os prazeres mais simples da existência humana.
(Página 22)

- (…) Se você for ao Rijksmuseum, o que eu realmente gostaria de fazer, mas a quem estamos querendo enganar? Nenhum de nós consegue passar horas andando num museu. Bem, de qualquer forma, dei uma olhada na coleção de pinturas deles pela Internet, antes de virmos. Se você fosse lá, e espero que um dia consiga ir, veria várias pinturas de pessoas mortas. Veria Jesus na cruz, um cara sendo esfaqueado no pescoço, pessoas morrendo no mar, outras numa batalha, e um desfile de mártires. Mas nem. Uma. Criança. Com. Câncer. Sequer. Ninguém batendo as botas por causa da praga, nem varíola, nem da febre amarela, nem nada, porque não existe glória na doença. Não há propósito nela. Não há honra em se morrer de.
Abraham Maslow, apresento a você o Augustus Waters, cuja curiosidade existencial superou a de seus irmãos bem-alimentados, bem-amados e saudáveis.
(Página 197)

O final da história me surpreendeu muito porque desde o começo somos direcionados a focar a doença de Hazel Grace, no quanto sua situação é frágil – mas já adianto para não criarem esperanças em uma milagrosa cura, porque isso não acontece. O tratamento que faz  com que ela tenha seu tempo de vida prolongado fez com que, a meu ver, ela apenas aumentasse ainda mais suas inseguranças quanto a morte. Não tanto pelo fato de morrer, porque Hazel sempre demonstra ter maturidade para aceitar sua condição, mas pelo fato de se preocupar com o impacto que sua morte vai causar naqueles que a amam. E talvez isso a tenha levado a enfrentar a conflitante pergunta em determinado ponto da história: “Por que eu ainda estou viva?”
Apesar de emocionante e muito romântico, eu não encarei a história como um romance em si. Hazel mesma encara assim ao entender que, mesmo se tudo fosse diferente, mesmo se ela e Gus fossem saudáveis, a relação deles não duraria para sempre. Novamente a questão de alguns infinitos serem maiores que outros!

- O.k. – falei.
- O.k. – ele disse.
Eu ri e repeti:
- O.k.
(…)
- O.k. – ele disse, depois do que pareceu ser uma eternidade. – Talvez o.k. venha a ser nosso sempre.
- O.k. – falei.
E foi o Augustus que desligou.
(Página 72)

Sobre a parte física do livro, eu gostei bastante da tipografia escolhida, tanto para o corpo do texto como para a capa e, embora a edição brasileira seja no modelo da edição americana, eu não gostei muito da escolha de nuvem ao redor do título. Até compreendo a cor azul adotada simbolizando o céu e, ao que eu entendi, até mesmo a cor dos olhos de Gus, mas ao final da leitura eu me senti meio incômoda com essas nuvens ao redor do título, como se a história, assim como acontece com as nuvens em variações climáticas, dissolveria ou transmutasse. Para mim, A Culpa é das Estrelas é uma obra que ficará marcada na minha memória, da mesma maneira que sempre nos lembramos de todas as vezes que paramos para prestar atenção na beleza de um céu estrelado: sombrio em muitos aspectos, mas sempre com os pontos de luz que marcam a existência do universo.

E, pensando nisso, tive curiosidade de procurar pelas capas da obra pelo mundo (porque como sabemos, além de ser um fato curioso, é divertido ficar vendo a maneira como cada editora enxergou a obra no sentido gráfico) e fazer uma rápida análise comentada:

Capa nos Estados Unidos e no Brasil: Seguem os mesmos padrões de tipografia e cores, porém a versão americana vem com mais “rabiscos”.

A Culpa é das Estrelas, capa 1 A Culpa é das Estrelas, capa 2

Capas da Holanda, Alemanha e Portugal: Para mim são as capas mais lindas, que mais inovaram e que arriscaram estar próximas tanto do título como da temática da história, embora a capa de Portugal tenha ficado um pouco com aspecto infantilizado.

13540149 A Culpa é das Estrelas, capa 3 A Culpa é das Estrelas, capa 5

Capas da Dinamarca, Itália, Coreia e Polônia: Embora a capa dinamarquesa ainda tenha essa expressão das nuvens que eu não gostei muito, considero ela inclusa na categoria de capas artísticas. Não têm muito a ver com a proposta do livro, mas ficaram esteticamente expressivas e bonitas.

16050285A Culpa é das Estrelas, capa 6KoreaPolônia

Capas da Noruega, Suécia, Lituânia e Espanha: Gostei bastante da fotografia utilizada na capa da edição espanhola, mas acho que essas são as capas que menos têm a ver com a proposta do livro ou que exageram na dose de criatividade. No caso da capa sueca, o desenho de caveira com um relógio em um dos orifícios para o olho dá a impressão de que a obra é muito mais mórbida do que realmente é e também achei uma péssima escolha de cor para as letras, especialmente no nome do autor, onde colocaram um tom de verde vômito! (rsrsrsrsrs)

A Culpa é das Estrelas, capa 7A Culpa é das Estrelas, capa 8Lithuania17906268

Capas da Hungria, República Tcheca e Romênia: São capas que seguiram o modelo americano, mas com uma pitada de inovação. Bem, eu cismei com as nuvens, então é obvio que desse grupo a que menos gostei foi a capa criada pelos romenos, né? As outras duas eu achei muito fofas como opções a essas nuvens pavorosas porque acho que tem muito mais sentido em expressar as estrelas na capa de uma história como essa ou então vamos tentar apostar na fórmula que não erra nunca em capas de romance: dois corações! Esse eu achei que foi um clichê bem colocado e que eu teria gostado de ver na edição brasileira!

A Culpa é das Estrelas, capa 4      República Theca Romênia

Confira a repercussão de A Culpa é das Estrelas e do gênero Sick-lit na mídia:

O GLOBO | VEJA | SARAIVA CONTEÚDO

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Notícias: Shailene Woodley é escolhida para adaptação de A Culpa é Das Estrelas

29 mai 18th Annual Screen Actors Guild Awards - Arrivals

O site da editora Intrínseca divulgou uma notícia sobre a adaptação cinematográfica da obra de John Green, A Culpa é das Estrelas. Segundo a Entertainment Weekly, a atriz escolhida para interpretar a protagonista Hazel Grace no filme será, ninguém mais, ninguém menos que Shailene Woodley.

Vencedora de um Globo de Ouro por melhor atriz coadjuvante e um Spirit Awards por seu desempenho em Os Descendentes, Shailene atualmente está gravando para a primeira adaptação da franquia Divergente e foi escolhida para interpretar Hazel Grace após fazer um teste com outras 250 atrizes.

E parece que John Green aprovou a escolha, porque publicou em seu Twitter:

“Assistindo ao teste dela, eu me senti como se Hazel Grace Lancaster estivesse falando comigo.”

 

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E então, aprovaram a escolha?

Confira a matéria original na página da Editora Intrínseca e alguns gifs com cenas de Shailene como Hazel no Blog Hunter Books.

 

Citação

Quote do dia: A Culpa é das Estrelas – John Green

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Faz tempo que não posto um Quote do Dia, hein? Foram tantas notícias que eu achei interessante para postar, e no meio disso eu devorei vários ebooks de uma só vez… Mas hoje venho com um quote de um dos livros que estão na minha Reading Wish List de 2013: A Culpa é das Estrelas, de John Green pela Editora Intrínseca.

 

“Se ela estivesse melhor ou o senhor, mais doente, então as estrelas não estariam tão terrivelmente cruzadas, mas é da natureza das estrelas se cruzar, e nunca Shakespeare esteve tão equivocado como quando fez Cássio declarar: “A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas/ Mas de nós mesmos.”

“Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como Uma Aflição Imperial, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e ratos e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.Não era nem pelo fato de o livro ser bom nem nada; era só porque o autor, Peter Van Houten, parecia me entender dos modos mais estranhos e improváveis. Uma aflição imperial era o meu livro, do mesmo jeito que meu corpo era meu corpo e meus pensamentos eram meus pensamentos.”

 

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Só esses quotes já aumentaram a minha curiosidade para ler, mas o fato é que aonde quer que eu vá tem sempre alguém lendo ou falando desse livro. Será que consigo comprá-lo para ler ao invés de baixar? Pelo o que li e ouvi por aí, essa é uma daquelas obras que é obrigatório ter na estante de qualquer amante de uma boa e emocionante leitura.

Quote do dia: A Culpa é das Estrelas

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“Passei a maior parte da minha vida tentando não chorar na frente das pessoas que me amavam. Você trinca os dentes. Você olha para cima. Você diz a si mesmo que se eles o virem chorando, aquilo vai magoá-los, e você não vai ser nada mais que Uma Tristeza na vida deles.”

(A culpa é das estrelas – John Green)

sorteio-melina

Estou louca pra ler!!!! Alguém aí já leu?! Conte-nos o que achou!

Site pesquisado:
Expresso de Nárnia

Indico:
Minha bagunça

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